Archive for March, 2007

Uma breve apresentação do WEF

logowefgr.jpgO WEF é uma organização não-governamental, fundada no final de 2006, em São Paulo, no Brasil, e a sigla é abreviatura para World Education Fund, ou Fundo Mundial para a Educação. Sua função básica é o fomento da educação e da cultura, em termos gerais. Com atuação prevista em âmbito global, terá acento mundial em Genebra, na Suíça, cidade-sede das Nações Unidas e outras organizações governamentais e não-governamentais.

O objetivo primacial do WEF é a atração de investimentos, por parte de fundações, governos e outras organizações, para projetos de especialização acadêmica. As universidades estão repletas de estudantes talentosos que desejariam complementar seus estudos, através de especializações e pós-graduações, em centros de excelência no próprio país e no exterior. A grande barreira, contudo, é o financiamento desses projetos acadêmicos, aos quais o WEF visa a dar suporte.

A oferta de bolsas de estudo em universidades americanas e européias é maior do que a demanda, em função do elevado custo de manutenção (residência, alimentação, transporte, vestuário etc.) nesses destinos. Além disso, fundações como a Konrad Adenauer, da Alemanha, Ford ou Bill & Melinda Gates, dos EUA, financiam projetos e oferecem bolsas de estudos em universidades de seus respectivos países, mas carecem da divulgação de suas ofertas. O WEF, além de dar suporte aos candidatos ao aperfeiçoamento acadêmico, através de seus próprios projetos, visa a intermediar negociações entre as instituições que já atuam na área e candidatos às bolsas de estudo oferecidas.

Como o WEF se encontra em fase de construção e desenvolvimento de projetos, não possui ainda sede própria nem mesmo endereço na Internet. O idealismo e o trabalho de seus membros e dirigentes transformarão, em breve, todos os planos que ainda se encontram no papel em obra concreta e promissora. Em futuro próximo este blog informará, em detalhes, seus leitores dos avanços e conquistas da organização.

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O caos aéreo

veja280307crisesetoraereo.gifA edição de 28.03.2007 da revista Veja trouxe, como matéria de capa, o tormento sem fim que se tornou o ato de viajar de avião. Como causas principais para o caos, aponta a precária infra-estrutura, o descaso do governo e a ganância das companhias aéreas. Entre esses motivos, a incompetência do governo é, certamente, o pior fator.

Desde a tragédia, no fim de setembro, quando ocorreu o choque entre o Boeing da Gol e o jato Legacy, nenhuma medida governamental conseguiu amenizar o problema. O ministro da Defesa, Waldir Pires, só conseguir demonstrar irresponsabilidade e incompetência para lidar com o assunto. Enquanto isso, o presidente brasileiro não toma nenhuma atitude além de tentar impedir a instalação da CPI, que pretende apurar as responsabilidades pela crise no setor.

Em janeiro de 2006, 96,5% dos vôos da Gol e da TAM, que representam atualmente 86% do mercado, decolavam e pousavam no horário previsto. Esse índice de pontualidade, que só leva em conta atrasos superiores a quinze minutos, caiu para 45% em dezembro. O Brasil do presidente Lula da Silva conseguiu realizar mais uma grande proeza: de um padrão europeu de pontualidade o país passou para um nível pior do que o de miseráveis países africanos.

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O regresso do idiota

‘El regreso del idiota’
Recomendação de Leitura

manual_perfeito_idiota.jpgNo próximo dia 15 de abril será lançado para toda América Latina “El Regreso del Idiota”, o terceiro livro conjunto de Plinio Apuleyo Mendoza, Carlos Alberto Montaner e Álvaro Vargas Llosa.

Já se passaram dez anos desde que o “Manual do Perfeito Idiota Latino-americano” foi publicado e muito se sucedeu na região desde então. As tímidas reformas econômicas implementadas na década de 1990 não produziram os resultados esperados e a esquerda populista e estatizante, que os autores davam como extinta no primeiro livro, ressurgiu com grande valentia.

Mario Vargas Llosa nos oferece uma boa idéia do que será o “Regresso do Idiota” em artigo publicado no jornal “La Nación”, da Argentina.
Clique aqui para ler o artigo de Vargas Llosa

Esta é uma leitura obrigatória para todos os tipos de personagens com que lidamos no dia-a-dia – descritos no livro – seja no campus universitário, em uma conversa de bar ou qualquer outro momento de debate político e econômico.

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