Archive for April 24th, 2007

Colonização do Espaço

logo-afp.gifCientistas fazem a primeira descoberta de um planeta habitável fora do sistema
Direto da Agência France Press
24/04/2007 – 13h22

PARIS, 24 abr (AFP) – Um planeta “do tipo terrestre habitável”, capaz de abrigar vida extraterrestre, foi detectado pela primeira vez por uma equipe de astrônomos em um sistema planetário extra-solar, segundo um estudo que será divulgado na quinta-feira na revista Astronomy and Astrophysics.

Segundo os cientistas, este exoplaneta, que gira em torno da estrela Gliese 581 (Gl 581) a 20,5 anos-luz de nosso planeta, é o primeiro dos cerca de 200 conhecidos até hoje a “possuir ao mesmo tempo uma superfície sólida e líquida e uma temperatura próxima da encontrada na Terra”.

Ele reúne as características “que permitem imaginar a existência de uma eventual vida extraterrestre”, ressaltou em um comunicado o Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França (CNRS), cujos três laboratórios associados participaram da descoberta, com pesquisadores do Observatório de Genebra e do Centro de Astronomia de Lisboa.

A temperatura média desta “super Terra, se situa entre 0 e 40 graus Celsius, o que permite que haja a presença de água líquida em sua superfície”, segundo o principal autor do estudo, Stéphane Udry (Genebra).

Além disso, acrescentou, “seu raio seria 1,5 vez o da Terra”, o que indicaria “ou uma constituição rochosa (como na Terra), ou uma superfície coberta de oceanos”. A gravidade em sua superfície é 2,2 vezes a da superfície da Terra, e sua massa muito fraca (5 vezes a da Terra).

Descoberto com o telescópio “Harps” de 3,6 m do Observatório Espacial Europeu (Eso) da Silla, no Chile, este planeta orbita em 13 dias em torno da estrela Gliese 581 (Gl 581), da qual está 14 vezes mais próximo do que a distância da Terra para o Sol.

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Non-sense de matina

Assim falou Zaraane…

Imersa na turbulência da argumentação rasante pelas calles do arrondissement falou. Não merecia lograr um grand finale, mas um movimento que parla piano, terno.

Visões, sons e sabores pouco antes ingressavam em estética sintonia. A expectativa até aquele instante se preenchia com um movimento oscilante, entre a plenitude e o raro desencanto. Um Malbec impetuoso acicatava o rompante entre a fímbria da racionalidade e do devasso. A paixão apaixonada não mais é como d’autrefois. Mas a busca pela razão de ser, do ser, quase encontra a sua própria Sinnlichkeit.

O par como belle-vue e a geografia favorecida na diagonal, na vertical. Mãos não sentem, mãos não mentem. E os gestos e semblantes cometem faltas. Paroles, paroles, paroles. E o corpo fala como no best-seller popular de um dia. Mas não dá vexame… como queria…

Quisiera ser un pez, para mergulhar em acqua San Pellegrino, refresh… com borbulhas in natura, o grito d’alma refletir em ondas no espelho. Anelos que a boca febril não realiza. Mas sempre há um depois a vir a bailar, mesmo sem saber.

Que se preze a própria virtude assim como certa vez falou Zaratustra. I love you and I hate you and then I love you more. Não mais importa se é o bem ou o mal. Que se viva o momento. Carpe diem muitas vezes mais, sem precisar buscar sentido. Uma superficialidade inconseqüente.

Nessas horas ela está no conforto do Morfeu. Que pensará? – Che sera, sera. Emmenthal e Gruyère e sapore di sale no funghi. Abobrinha não teve ou teve. Mas canela – e limão exclusivo. Dadaísmo de Zurique ou non-sense da vida particular? Um coração que bate forte. Zaraane quer falar.

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