Cidade Maravilhosa por R$ 45 mil


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policiafederal.jpgO “passeio” de Fernandinho Beira-Mar, hoje, ao Rio de Janeiro, segundo reportagem do Jornal do Brasil, teria custado R$ 45 mil, conforme estimou a Federação Nacional dos Policiais Federais, aos cofres públicos. Além dos governantes, será que algum contribuinte concorda com essa destinação do dinheiro de seus impostos? – Eu, não!

Por isso, considero como solução definitiva para o problema penitenciário, no Brasil, sua total privatização. Como seria satisfatório vislumbrar os ‘lalaus’, ‘delúbios’ e ‘beira-mares’ quebrando pedras ou costurando uniformes escolares em um presídio particular, onde renderiam lucro para a sociedade. Lembremo-nos que além da ressocialização e da remuneração à qual teriam direito os presos, as ‘empresas-penitenciárias’ ainda pagariam impostos. Mas tudo isso já é sonhar muito…

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  1. #1 by Ron Groo - May 25th, 2007 at 18:45

    E eu apóio a privatização, contanto que (sempre tem) seja revisto e reescrito todo o nosso código penal. Para que não tenham tantas brechas legais onde se enfiam os advogados de tipos como Lalau, Sergio Naya e tantos outros. Chega a ser um absurdo também tantas regalias no sistema prisional, considero abjetas coisas como ‘indultos’ de natal, dias das mães, dos pais …Oras ou se está preso e se paga a divida com a sociedade, ou não se está! Me parece férias…Em minha humilde opinião, e não me levem a mal, preso não deveria ter nem banho de sol, quanto mais este tipo de regalia. Outro dia lí que o direito de tentar a fuga é legitimo, gostaria de conversar com um advogado criminal para saber se isto é real, se for…Acho que nem reescrevendo o código, mas a Constituição toda.
    Ron Groo

  2. #2 by Marcus Mayer - May 25th, 2007 at 21:05

    Caro Ron, nosso Código Penal é de 1940, época da ditadura Vargas. Já foi ótimo, mas precisa ser reescrito. Esse tema mereceria um artigo detalhado em futuro post, de tão complexo e importante, mas não é preciso ser jurista para saber que não há como permanecer sob essa legislação “paleozóica”.

    Parece ser gosto do nosso Brasil moderno, caminhar na contra-mão dos avanços. É lamentável. Mas acredito em mudanças para breve.

    Abraço e agradecimento pela feliz lembrança.

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