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	<title>Comments on: Imperdível: chimpanzés patinadores!</title>
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		<title>By: Teodoroviski</title>
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		<dc:creator>Teodoroviski</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 14:41:28 +0000</pubDate>
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		<description>Diogo Mainardi
Li seu último texto que fala da vacuidade e obviedade dos discursos de Lula. Tem toda razão. Nossa, como  os discursos sobre a falta de conteúdo dos discursos  de Lula  são  instrutivos e esclarecedores! Trazerem à tona especificidades tão mascaradas de uma personalidade pública;  mascaradas para a massa, porque a classe média muito bem informada, assinantes da Veja,  estão sempre com a revista na mão e seu discurso na memória. Sabem que, mesmo  sendo esta forma semanal de mídia controlada financeira e administrativamente por uma oligarquia midiática e por latifundiários sedentos por capital, ela é totalmente livre, jamais obedece a voz de seus mandantes, que querem a cabeça de Lula e agora de Dilma, jamais. Ora, a imprensa é livre. Mais interessante ainda foi o fato de ter adotado um grande nome da literatura francesa pra reforçar seu argumento da obviedade discursiva de Lula. Assim causa mais efeito, não é mesmo? Pra que citar Machado de Assis, que trabalhou o mesmo tema com tanta insistência? Ah, mas é nacional... a classe média gosta tanto do importado, não se deve tirar deles esse gosto. Por falar em causar efeito pelo discurso, certamente Flaubert não se oporia à utilização do nome dele para um ato de desmascaramento. De quem? É pura metalinguagem... ele adoraria. Já que citou  um grande nome francês, o que dizia La Bruyère sobre o discurso jornalístico? Ah, mas isso certamente não se aplica mais aos dias de hoje quando os jornalistas atingiram uma maturidade intelectual inédita. Quer saber sobre política, chame um jornalista. Quer estar por dentro da economia, não hesite em chamar um jornalista. Não se preocupem, imparcialidade é com eles mesmos. Além  de tudo isso, nenhum pensador jamais questionou uma prática, só o discurso. Portanto, não importa o que o Lula faz, só o que diz.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diogo Mainardi<br />
Li seu último texto que fala da vacuidade e obviedade dos discursos de Lula. Tem toda razão. Nossa, como  os discursos sobre a falta de conteúdo dos discursos  de Lula  são  instrutivos e esclarecedores! Trazerem à tona especificidades tão mascaradas de uma personalidade pública;  mascaradas para a massa, porque a classe média muito bem informada, assinantes da Veja,  estão sempre com a revista na mão e seu discurso na memória. Sabem que, mesmo  sendo esta forma semanal de mídia controlada financeira e administrativamente por uma oligarquia midiática e por latifundiários sedentos por capital, ela é totalmente livre, jamais obedece a voz de seus mandantes, que querem a cabeça de Lula e agora de Dilma, jamais. Ora, a imprensa é livre. Mais interessante ainda foi o fato de ter adotado um grande nome da literatura francesa pra reforçar seu argumento da obviedade discursiva de Lula. Assim causa mais efeito, não é mesmo? Pra que citar Machado de Assis, que trabalhou o mesmo tema com tanta insistência? Ah, mas é nacional&#8230; a classe média gosta tanto do importado, não se deve tirar deles esse gosto. Por falar em causar efeito pelo discurso, certamente Flaubert não se oporia à utilização do nome dele para um ato de desmascaramento. De quem? É pura metalinguagem&#8230; ele adoraria. Já que citou  um grande nome francês, o que dizia La Bruyère sobre o discurso jornalístico? Ah, mas isso certamente não se aplica mais aos dias de hoje quando os jornalistas atingiram uma maturidade intelectual inédita. Quer saber sobre política, chame um jornalista. Quer estar por dentro da economia, não hesite em chamar um jornalista. Não se preocupem, imparcialidade é com eles mesmos. Além  de tudo isso, nenhum pensador jamais questionou uma prática, só o discurso. Portanto, não importa o que o Lula faz, só o que diz.</p>
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