Archive for August 20th, 2007
Weekly News
Posted by Marcus Mayer in Atualidades, Weekly News on August 20th, 2007
WEEKLY NEWS
BANDO DO MENSALÃO
É enorme a expectativa diante do empenho que se espera do STF para analisar a denúncia do procurador-geral da República, relativa à “organização criminosa” chefiada por José Dirceu, que instituiu o famoso “mensalão”. Espera-se rigor na análise e, sobretudo, que a punição dos bandidos seja exemplar.
AEROPORTOS
Pesquisa do caderno “Mais” de O Estado de S.Paulo reforça opinião já emitida por nosso blog: 72,26% dos entrevistados são favoráveis à privatização dos aeroportos. Enfim, a “privatização” dos dinossauros estatais volta a ser aceita pela população mais esclarecida. Espera-se que os partidos políticos, sobretudo, PSDB e DEM não tenham vergonha de defender as privatizações na próxima campanha eleitoral, ao contrário do que fez Geraldo Alckmin durante a sua empreitada.
DESPERTANDO
No princípio eram só “reacionários” e “direitistas” que se manifestavam contra o governo de Lula da Silva, sob a ótica da esquerda. Agora, parece que o Brasil está despertando: movimentos como “Cansei”, da OAB-SP, “A Grande Vaia”, “Nariz de Palhaço”, “Por um Brasil decente”, “Fora apedeuta”, etc. estão recebendo adesões de todos os segmentos da sociedade. Será que são todos reacionários e direitistas mesmo? Espera-se que em breve a população menos privilegiada – de pouca instrução e baixa renda – também descubra o quanto está sendo enganada pelo populismo da esquerda brasileira.
PICADEIRO
Que não tivesse nenhuma virtude intelectiva sempre foi muito nítido. Todavia, faz-se necessário explicar ao presidente Lula da Silva que o nariz de palhaço usado pelos participantes das manifestações em defesa do Brasil e contrários ao ‘desgoverno’ não visa a denegrir a profissão circense, mas explicitar a condição à qual os cidadãos brasileiros foram subjugados: idiotas de picadeiro.
PETROSSAURO
A gigante estatal apresentou queda de 19,8% em seu lucro no primeiro semestre de 2007. Depois de presentear o idiota latino-americano Evo Morales, presidente da Bolívia, com uma refinaria da empresa, “patrimônio de todos os brasileiros”, a administração do dinossauro não prevê novos investimentos no país vizinho no curto prazo.
ANTES TARDE …
O ex-campeão de boxe Eder Jofre e o senador Eduardo Matarazzo Suplicy (PT-SP) publicaram quarta-feira, na Folha de S.Paulo, carta aberta endereçada ao tirano Fidel Castro, a propósito do caso dos pugilistas cubanos que tentaram fugir da ditadura, durante os jogos do PAN-Rio. Enfim, o senador petista demonstrou alguma lucidez ao reprovar a atitude da ditadura castrista – sempre defendida pelo seu partido – como a do governo que apóia. Os atletas foram deportados 48 horas depois que foram presos – prazo jamais foi visto na história mundial em casos que envolvem os direitos humanos.
Leia-se a íntegra da nota no site do ministério do Planejamento
LIMPEZA NO DEM
A bancada oposicionista no Senado deverá ser reduzida nas próximas semanas. A coluna “Radar” da edição atual da revista Veja anunciou a debandada de quatro “imundos” senadores para partidos da base aliada do governo, PP e PRP. A sedução do vice-Presidente José Alencar, noticiada em nossa última coluna Weekly News parece que renderá resultados. É bom que que haja limpeza e que o ranço fisiológico do velho PFL seja definitivamente eliminado!
A DIFERENÇA
Enquanto no Brasil, após os recentes acidentes aéreos só se observou descaso e desrespeito por parte dos integrantes do governo, o presidente do Peru, Alan García, agiu com presteza poucas horas depois do abalo sísmico que destruiu diversas cidades do país e matou mais de 500 pessoas. Anunciou, na televisão, que medidas de emergência estavam em curso e já no dia seguinte, visitou as cidades mais afetadas de helicóptero e reuniu-se com ministros.
ATRAINDO INVESTIMENTOS
O presidente do Peru, Alan García, que assumiu o cargo pela segunda vez, adotou o Chile como modelo e procura tornar o Peru um dos países mais atrativos para investimentos externos na América Latina. Apesar da recente tragédia originada no terrível terremoto que atingiu o país, o crescimento do PIB esperado para esse ano é de 6% e aguarda-se a aprovação, do Congresso americano, de um tratado de livre-comércio com os Estados Unidos.
IDIOTA É POUCO
Enquanto isso, o outro idiota latino-americano Nestor Kirchner continua esbanjando dinheiro dos cofres públicos argentinos, enviando capital para investimentos na Bolívia. Em lugar do Brasil, a Argentina agora é o maior investidor estrangeiro no país de Evo Morales.
À ‘LA ARGENTINA’
Na coluna Weekly News da última semana noticiamos o ineditismo da provável sucessão presidencial argentina, de marido para esposa, com Nestor Kircher entregando o cargo para sua esposa Cristina Fernández. O leitor e conhecido articulista Ron Groo, em seu comentário, destacou com muita propriedade: “Tomara que Lula não tente emular o argentino. Imagina, se tivéssemos Dona Mariza como presidente?”.
NOVO MAPA
A América do Sul apresenta um novo mapa baseado em claras diferenças ideológicas e resultados muitos distintos no desempenho econômico: na costa do Pacífico, Chile, Peru e Colômbia dão exemplos de boa gestão de seus governos. De outro lado os governos populistas do Brasil, Argentina, Bolívia e Venezuela permanecem caminhando em via oposta, aparelhando os seus respectivos estados e perdendo oportunidades de maior integração comercial. Leia-se, em detalhes, sobre esse novo mapa sul-americano no post abaixo
IDIOTA PARA ‘SIEMPRE’
O aprendiz de Fidel Castro, Hugo Cháves, presidente da Venezuela comunicou a Assembléia Nacional que permanecerá no poder, no mínimo, durante 40 anos. O dispositivo constitucional que permitirá sua reeleição sem limites era o que faltava para a consolidação da ditadura. Enquanto as fronteiras ainda não estão fechadas para fuga da população, os mais abastados emigram para outros países, principalmente, Estados Unidos e Colômbia.
CRÉDITO: revista VEJA
Novo mapa na América do Sul
Posted by Marcus Mayer in América Latina, Economia, Mundo on August 20th, 2007
A América do Sul apresenta um novo mapa, baseado em claras diferenças ideológicas e resultados muitos distintos no desempenho econômico e no desenvolvimento da área social dos diferentes países. Na costa do Pacífico, Chile, Peru e Colômbia dão exemplos de boa gestão de seus governos, através da adoção de práticas liberais.
Por outro lado, tanto na geografia quanto na ideologia, os governos populistas do Brasil, Argentina, Bolívia e Venezuela permanecem caminhando em via oposta, aparelhando os seus respectivos estados e perdendo oportunidades para maior integração comercial, que resultaria em avanços sociais.
Nossas críticas ao governo do presidente Lula da Silva são constantes e contundentes, pois bastaria que seguisse exemplos de outras boas administrações na América Latina para fazer um bom governo. Sua opção, contudo, é manter-se fiel à receita da esquerda mais retrógrada, fundamentada num estado forte e aparelhado.
O contraste entre a política liberal adotada na Colômbia, do presidente Alvaro Uribe, e a socialista-estatizante do Brasil, da Venezuela e da Argentina fica bastante claro no artigo abaixo, que descreve uma “nova” Colômbia. O excelente texto de Diogo Schelp foi extraído da revista Veja, edição 2019. Leia-se na íntegra:
Colômbia
por Diogo Schelp | de Bogotá
para a revista Veja | Ed. 2019, agosto de 2007
Depois de domar o crime, o país renasce para a modernidade

CAPITAL DO CRESCIMENTO: Encravada na Cordilheira dos Andes, a 2 600 metros de altitude, Bogotá é organizada, limpa, bem policiada e está com a criminalidade em queda
Vista do exterior, a Colômbia é um país sem lei. Uma imagem dessas, fruto inevitável de quem acumula o duvidoso título de o maior exportador mundial de cocaína, não se muda da noite para o dia. É por isso que Ricardo Hepp, gerente-geral da rede de lojas de departamentos Falabella, desenvolveu uma técnica para convencer executivos estrangeiros a ir trabalhar com ele na Colômbia. Hepp leva o convidado e sua família a um restaurante nos arredores de Bogotá chamado Andrés Carne de Res.
A comida do lugar não é lá essas coisas, mas a alegria do ambiente é contagiante. Ali, a freguesia dança entre as mesas, canta e diverte-se com os garçons, que, fantasiados, também dançam e cantam enquanto trabalham. Tem-se a impressão de que em nenhum outro lugar há tantos motivos para ser feliz como em Bogotá. “As oportunidades de negócios na Colômbia são o segredo mais bem guardado da América Latina”, diz Hepp, cuja empresa, chilena, pretende abrir mais oito lojas no país até 2010.
Seu otimismo é alimentado por dados concretos. O produto interno bruto colombiano cresceu 6,8% no ano passado, 2 pontos acima da média latino-americana. Os 8,1% apurados no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2006 sinalizam um desempenho bom também neste ano. Tirando a Venezuela, cuja economia é totalmente dependente do preço do barril de petróleo, a Colômbia foi o país que mais cresceu na América do Sul nesse período.

TURISMO REVIGORADO: Em Cartagena, cidade colonial no litoral caribenho, 65% dos hóspedes dos hotéis são estrangeiros, principalmente americanos
O “segredo” de que fala Hepp é o responsável pelo furor de “vamos comprar enquanto ainda está barato”. Nos últimos cinco anos, os investimentos diretos e o fluxo de capitais dobraram na Colômbia. O desembarque de capital estrangeiro, que em 2002 representava 2,6% do PIB colombiano, ampliou sua participação para 4,7% em 2006.
O maior negócio ocorreu em 2005, quando a sul-africana SabMiller, o segundo maior grupo cervejeiro do mundo, desembolsou 4,8 bilhões de dólares pela colombiana Bavaria. Numa prova de confiança, o Citibank montou em Bogotá seu call center latino-americano.
As empresas brasileiras não ficam atrás. A Votorantim acaba de adquirir a segunda maior siderúrgica da Colômbia. A Gerdau pretende dobrar sua produção de aço no país até 2010. O Grupo Synergy, do brasileiro German Efromovich, que já investia na exploração de petróleo colombiano, comprou em 2004 a falida Avianca, a maior companhia aérea do país, pela pechincha de 64 milhões de dólares. Hoje, depois de a empresa ter sido saneada, seu valor é estimado em 800 milhões de dólares. “A Colômbia é o melhor país para investir na América Latina, graças a uma mescla de boas oportunidades, tranqüilidade jurídica e segurança física”, diz Efromovich.
Segurança física? Espantosamente, essa é uma das sete razões para a Colômbia ter caído nas graças dos investidores internacionais. São elas:
1. Segurança – Sete anos atrás, um relatório da ONU colocou a Colômbia como o segundo país em mortes violentas, atrás apenas da Suazilândia, na África. De lá para cá, a ação firme do governo e o policiamento ostensivo reduziram em 40% o número de homicídios, em 80% o de seqüestros e permitiram que os colombianos voltassem a viajar pelas estradas, sem o antigo medo de seqüestro. A guerrilha e os narcotraficantes foram expulsos das principais cidades.
2. Segurança jurídica – Não é preciso perspicácia para perceber que a Colômbia é o único país daquele canto da América Latina a salvo do furor populista que afasta investidores da Venezuela, da Bolívia e do Equador. O governo colombiano até oferece um contrato de estabilidade jurídica, para garantir que não haverá prejuízo se as regras do jogo forem alteradas no futuro.
3. Democracia e economia estáveis – Sem um golpe de estado há meio século, a Colômbia tradicionalmente entrega a gestão pública aos quadros técnicos, o que garante certa continuidade administrativa. Nas últimas cinco décadas, houve retração econômica em apenas dois anos. O país nunca passou por hiperinflação nem deu calote na dívida externa.
4. Poder de compra crescente – A Colômbia tem a terceira maior população da América Latina. A renda per capita cresceu 12,3% nos últimos três anos, mais do que no Chile e no Brasil.
5. Localização – A meio caminho entre o Cone Sul e os Estados Unidos (o vôo entre Bogotá e Miami demora menos de 4 horas), a Colômbia é um bom endereço para as empresas com ambições nos dois mercados. Para facilitar, o país tem portos no Oceano Pacífico e também no Atlântico.
6. Mão-de-obra capacitada – Nas carreiras técnicas, muitos colombianos fazem especialização nos Estados Unidos ou na Espanha. O custo da mão-de-obra é baixo. Os salários médios dos engenheiros colombianos são menores que os dos indianos.
7. Grandes oportunidades – Ausente por anos do radar dos investidores internacionais, o país é um território virgem em muitas áreas de investimento. Neste ano, por exemplo, o governo está colocando à venda 20% das ações de sua estatal petroleira.
Essas sete razões asseguram um clima de confiança essencial para os investimentos. O risco-país da Colômbia caiu de 451 para 135 nos últimos quatro anos. Pesquisas de opinião recentes revelam que a maioria dos empresários colombianos acredita que o país está no rumo certo.
O otimismo está intimamente ligado à figura do presidente Álvaro Uribe (foto), 55 anos, um político cuja modernidade faz contraste com o esquerdismo tacanho de governos vizinhos, sobretudo o de Hugo Chávez, que não esconde seu ódio ao colombiano. Uribe foi governador de Medellín e teve o pai seqüestrado e assassinado em 1983.
Ao assumir, em 2002, adotou a linha de mão pesada contra los violentos, como são apelidados os guerrilheiros, os paramilitares de direita e outros bandidos. Reeleito no ano passado para um segundo mandato, Uribe enfrenta a pior crise política de seu governo. Há acusações de que deputados de sua base de apoio receberam dinheiro de grupos de extermínio e de que o próprio presidente tem ligações com paramilitares, que assassinaram milhares de pessoas, incluindo parlamentares. Na esteira da confusão, a aprovação a seu governo permanece elevadíssima, próxima dos 70%.
Uribe oferece aos colombianos e aos investidores estrangeiros um produto escasso na América Latina: confiança. Esse é, aliás, o lema de seu governo. Em boa medida, significa que a Colômbia é um país sério, que merece credibilidade e não deve ser confundido com as nações falidas da América do Sul. Não surpreende que sete de cada dez empresários estrangeiros interessados em investir na cidade de Medellín sejam venezuelanos.

OPORTUNIDADE PARA OS JOVENS: O crescimento recente da Colômbia é protagonizado por jovens em funções de destaque, como Manuela Jaramillo, de 28 anos. Ela é gerente de investimento de um fundo de capital privado que está comprando empresas de porte médio na Colômbia. “Bogotá voltou a ter segurança e boas opções de emprego”, diz Manuela
Uma boa demonstração do otimismo é o movimento de retorno dos jovens profissionais que viviam no exterior. O sonho das mães colombianas era enviar o filho para estudar nos Estados Unidos ou na Espanha e que ele encontrasse um bom emprego por lá. “Agora, os jovens colombianos preferem voltar e seguir carreira por aqui mesmo”, alegra-se o economista Carlos Ronderos, ex-ministro do Comércio Exterior da Colômbia. Até os turistas estrangeiros estão de volta. O número de visitantes dobrou nos últimos quatro anos.
As principais atrações estão no litoral caribenho e nas agradáveis cidades colombianas, lideradas pela surpreendente Bogotá – de longe, a capital mais limpa e organizada da América do Sul. Em certos aspectos, assemelha-se a Buenos Aires no quesito elegância: Bogotá tem bons cafés, restaurantes e livrarias. Como a temperatura nunca ultrapassa os 22 graus, os moradores têm o hábito de se vestir com roupas formais e apropriadas a um clima ameno. Medellín, outrora a capital do narcoterrorista Pablo Escobar, é um exemplo que poderia inspirar o Rio de Janeiro. Nos anos 80, a presença do estado era nula nas favelas da cidade.
Hoje, depois do desmantelamento dos cartéis do narcotráfico e dos grupos paramilitares, a presença da prefeitura é ostensiva. A obra mais espetacular é um teleférico que conecta o metrô a uma favela de Medellín, no alto de um morro. Ao longo da linha, foram construídas uma avenida e pequenas praças. Próximo à última estação, há uma grande biblioteca. O projeto está sendo repetido em outras favelas da cidade.
Os colombianos discutem, agora, o que é preciso para sustentar o atual bom momento por um longo período. É preciso, sobretudo, se preparar para quando o dinheiro externo começar a minguar. Ninguém desconhece que o país é favorecido pela bonança na economia global. Há dinheiro de sobra no planeta, e alguns investidores estão colocando suas moedas em lugares inesperados. A preferência são os emergentes de grande porte – Brasil, Rússia, Índia e China –, mas uma parte significativa acaba por aterrissar em países menores como a Colômbia e a Polônia. São estados promissores, mas ninguém tem certeza de que vão ter sucesso.
Em um continente com uma história de falsas arrancadas e vôos de galinha, a Colômbia destaca-se pelas bases mais sólidas para o desenvolvimento econômico. O país dispõe de indústria e agricultura consistentes e pauta de exportação variada. Entre os dez produtos mais exportados há petróleo, carvão, café, confecções e flores. O fato de as exportações não terem caído nos últimos meses, apesar da valorização do peso em relação ao dólar, mostra que esses setores se tornaram competitivos em escala global.
Surpreende que, nesse contexto, Uribe tenha sido esnobado exatamente pelos americanos. Em sua empreitada para conquistar novos mercados e atrair investimentos, o presidente apostava em um tratado de livre-comércio com os Estados Unidos. A Colômbia é um aliado vital de Washington numa região convulsionada. Os americanos enviaram 5 bilhões de dólares em ajuda para a Colômbia desde 2000. Só o Iraque, o Egito, Israel e o Afeganistão receberam mais. Surpreendentemente, a liderança democrata no Congresso rejeitou o acordo sob argumentos vagos de abusos de direitos humanos na Colômbia. Tecnicamente, o tratado não está morto, apenas adiado. Os colombianos sentem-se traídos e sabem que precisam se virar sem o acordo de livre-comércio.
Não parece haver divergência sobre o caminho a seguir. Este foi definido a VEJA pelo vice-presidente colombiano, Francisco Santos: “Almejamos para nosso país o modelo chileno de desenvolvimento, com abertura para o mundo”.
Crédito para fotos e ilustrações: Paulo Vitale| Veja | AFP







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