A principal razão para o atraso brasileiro


dino_flintstonesBrasil: 101º no ranking da liberdade econômica

Enquanto uma parte do mundo avança, num extraordinário ciclo de prosperidade – conquistado graças à liberalização econômica-, o Brasil patinha, sob um manto de ideologia estatizante e xenófoba.

A receita é simples: quanto maior o grau de liberdade econômica, maior também será a prosperidade. E essa não é uma simples teoria baseada em modelos econômicos. É resultado de experiências bem sucedidas, adotadas por países que muito recentemente ainda se caracterizavam por suas sociedades agrárias, pelo atraso no desenvolvimento de tecnologias e por níveis de renda per capita extremamente baixos.

Em vez de espelhar-se nos exemplos da Coréia do Sul, da Irlanda, da Estônia, do Chile ou da Colômbia, o atual governo brasileiro, embriagado pelas teses da esquerda jurássica, prefere inspirar-se nas experiências da economia planificada dos países que se localizavam na parte oriental da Cortina de Ferro, no século passado.

No 3º Congresso do Partido dos Trabalhadores, os políticos que integram a legenda apoiaram o projeto de reestatização de uma das maiores e mais lucrativas empresas brasileiras: a Vale do Rio Doce. Certamente, o desejo desses tipos pré-históricos é fazer companhia a Mianmar (ex-Birmânia) ou à Venezuela, do idiota latino-americano Hugo Cháves.

A pesquisa divulgada pelo “Fraser Institute“, do Canadá, demonstra claramente, através do seu “ranking da liberdade econômica”, o contraste entre o desenvolvimento e o atraso. Aquele é conquistado pelo liberalismo, enquanto este – o preferido pela ideologia do presidente Lula da Silva e pelo PT -, pretende fortificar o estado através de recordes de arrecadação de impostos, aparelhamento do estado, protecionismo comercial, intervenção, regulamentação, estatização e xenofobia.

Leia-se, abaixo, o artigo publicado no site da BBC Brasil:


the_fraser_institute.gifRanking da liberdade econômica
da BBC Brasil

Brasil cai e fica em 101º em ranking de liberdade econômica

O Brasil ficou em 101º lugar num ranking que mede o grau de liberdade econômica em 141 países, dividindo a colocação com países como Haiti, Etiópia, Sri Lanka e Paquistão. O relatório anual, compilado pelo Fraser Institute, do Canadá, se baseou em dados de 2005, considerando quatro aspectos para avaliar os países: a liberdade pessoal de escolha, o intercâmbio voluntário, a liberdade para competir e a segurança da propriedade privada.

A partir destes conceitos, 42 componentes são usados para se chegar ao índice final. A nota mais baixa do Brasil foi no indicador de regulamentação do crédito, do trabalho e dos negócios: 4,3, numa escala de zero a dez. A nota final do país foi 6, um pouco acima da obtida em 2004. Mesmo assim, o Brasil caiu da 85ª posição para a 101ª.

MENOS BARREIRAS E IMPOSTOS

Para conseguir um alto índice de liberdade econômica, os países precisam promover um ambiente financeiro estável, em que a propriedade privada é protegida, respeitar contratos, reduzir barreiras ao comércio nacional e internacional e manter os impostos baixos.

graph-liberty No topo do ranking estão Hong Kong, Cingapura, Nova Zelândia, Suíça e Estados Unidos, enquanto o Zimbábue ocupa o último lugar da lista, precedido por Mianmar, República Democrática do Congo e Angola.

Entre economias emergentes, a China ficou em 86º lugar, a Índia em 69º, a Rússia em 112º. Na América Latina, o México ficou na 44ª posição e a Argentina, na 124ª.

Mianmar (140º) e Venezuela (135º) são os únicos países não-africanos entre os dez piores colocados.
Os países que tiveram uma melhoria mais evidente no índice de liberdade econômica, com uma alta de pelo menos três pontos desde 1980, foram Hungria, Peru, Uganda, Gana e Israel.

Conheça mais detalhes do ranking no link “read the rest of this entry” abaixo (em inglês)
International Rankings


In this year’s main index, Hong Kong retains the highest rating for economic freedom, 8.9 out of 10. The other top scorers are: Singapore (8.8), New Zealand (8.5), Switzerland (8.3), Canada (8.1), United Kingdom (8.1), United States (8.1), Estonia (8.0), Australia (7.9), and Ireland (7.9).

The rankings and scores of other large economies are Germany, 18 (7.6); Japan, 22 (7.5); Mexico, 44 (7.1); France, 52 (7.0); Italy, 52 (7.0); India, 69 (6.6); China, 86 (6.3); Brazil, 101 (6.0); and Russia, 112 (5.8).

The majority of nations ranked near the bottom are African and all the nations in the bottom 10 are African, with the exceptions of Venezuela and Myanmar. They are: Zimbabwe (2.9), Myanmar (3.8), the Democratic Republic of the Congo (4.0), Angola (4.2), the Republic of the Congo (4.3), Central Africa Republic (4.6), Venezuela (4.9), Burundi (5.0), Chad (5.1), Togo (5.1) and Niger (5.1). Botswana’s ranking, tied for 39th with a score of 7.2, is the best among sub-Saharan African nations.

Five nations increased their score by more than three points since 1980: Hungary (3.0), Peru (3.0), Uganda (3.2), Ghana (3.6), and Israel (3.7). Only three nations decreased their score by more than one point: Zimbabwe (-1.7), Venezuela (-1.7) and Myanmar (-1.3). Other nations that saw reductions are: Nepal (-0.7), Bahrain (-0.3), Hong Kong (-0.2), Malaysia (-0.2), the Republic of Congo (-0.2), and Haiti (-0.1).

This year 11 additional countries have been added to the index. These countries are Angola (4.2, 138th), Bosnia and Herzegovina (6.1, 97th), Burkina Faso (5.5, 122nd), Ethiopia (6.0, 101st), Kazakhstan (7.3, 32nd), Kyrgyz Republic (6.8, 60th), Lesotho (6.8, 60th), Mauritania (6.5, 76th), Moldova (6.5, 76th), Montenegro (6.8, 60th), and Serbia (5.6, 119th).

“Weakness in the rule of law and property rights is particularly pronounced in sub-Saharan Africa, in the Middle East, and for several nations that were part of the former Soviet bloc although some of these nations have shown improvement,” said James Gwartney, lead author of the report and a Professor of Economics at Florida State University.

“Many Latin American and Southeast Asian nations also score poorly for rule of law and property rights. The nations that rank poorly in this category also tend to score poorly in the trade and regulation categories, even though several have reasonably sized governments and sound money.”

Global Spread of Economic Freedom

The 2007 edition of the Economic Freedom of the World report also includes new research from Russell Sobel, economics professor at West Virginia University, and Peter Leeson, professor in the study of capitalism at George Mason University, showing how economic freedom spreads between countries.

Sobel and Leeson note that historically, many foreign policy decisions have been based on the notion that economic reforms in a few key nations would substantially improve the economies of other countries throughout the region – the so-called “domino effect.”

The authors conclude that while economic freedom changes in one country have only a modest impact on neighbouring countries, when multiple neighbours experience simultaneous changes in economic freedom, the impact is much greater. Broad regional changes in freedom can and do have significant impacts on surrounding countries. By liberalizing trade with foreign nations, economically free countries can exert a positive, if modest, impact on economic freedom in less free nations.

This research indicates that free-trade agreements allowing a number of nations to simultaneously coordinate trade liberalization could have a sizeable influence on spreading economic freedom to economically repressed regions of the world, Sobel and Leeson said.

About the Economic Freedom Index

Economic Freedom of the World measures the degree to which the policies and institutions of countries are supportive of economic freedom.

This year’s publication ranks 141 nations for 2005, the most recent year for which data are available. The report also updates data in earlier reports in instances where data have been revised. The annual report is published in conjunction with the Economic Freedom Network, a group of independent research and educational institutes in over 70 nations.

For more information on the Economic Freedom Network, data sets, and previous Economic Freedom of the World reports, visit:

www.freetheworld.com

The Fraser Institute is an independent research and educational organization based in Canada. Its mission is to measure, study, and communicate the impact of competitive markets and government intervention on the welfare of individuals. To protect the Institute’s independence, it does not accept grants from governments or contracts for research.

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  1. #1 by Ron Groo - September 6th, 2007 at 01:03

    As vezes penso na nossa esquerda como aquele cachorro que leva a culpa de tudo. Sabe? O cara toma uns esporros do chefe e desconta na esposa, a esposa desconta no filho, e o moleque chuta o cachorro. E o cachorro nem pode morder o dono para fechar o ciclo. A esquerda esta efetivamente no poder a 6 anos, o atrazo em nossa economia tem mais de 100. Não estou defendendo a esquerda jurassica não, mas acho que existem outras raizes para nossa desgraça economica. Ainda vou procurar saber quais são , mas se chegar a conclusão de que é culpa das esquerdas mesmo direi: Cuidado com os cachorros…

  2. #2 by Lúcio Lopes - September 6th, 2007 at 01:25

    Amigo Marcus Mayer:
    Vou pedir licença pra ser um pouco menos condescendente com o Lula. (rs)
    Será que ele tem, mesmo, ideologia? Ele sempre negou tê-la, e eu sempre acreditei nisto, dele não ter.
    Acho que o Brasil patinha por absoluta falta de competência do presidente e seu quadro ministerial. Ambos são extremamente medíocres. Não ajudam e atrapalham.

    O que este governo tem de esquerda, amigo Marcus? A esmola que distribui aos seus potenciais eleitores? Isto é populismo! E é uma idéia contrária ao pensamento da esquerda.
    E o que faz este governo pra ser intitulado esquerda?
    Ele ignora completamente os programas sociais, quase não liga para a Educação e a Saúde!
    Lula só pensa em querer ser o paizão dos miseráveis, mas tudo fica na retórica.
    Para se espelhar na Coréia do Sul, é necessário ser desenvolvimentista. Nem que desejasse, este governo conseguiria ser isto. Lula é parasita, é preguiçoso. Não gosta de trabalhar, gosta de farra: churrasco, cachaça, festa…
    Em minha modesta opinião, Lula atrapalha o crescimento do Brasil por sua incompetência, não por idéias esquerdistas que em nenhum momento pôs em prática no seu desgoverno. Nem uma única idéia ele pôs em prática. Mas o mundo acha que Lula é esquerda, que ele trabalha para os pobres.
    Em minha visão, amigo Marcus, ele é inimigo do pobre. O tempo dirá se tenho razão.
    Acerca do brilhante comentário acima do Ron Groo, ele está coberto de razão. Só que o governo petista adicionou à conta dele, mais oito anos. E numa época em que a economia mundial vai a galope.

  3. #3 by Marcus Mayer - September 6th, 2007 at 02:59

     

    Resposta do blog

    Caros amigos Lúcio Lopes e Ron Groo:

    Eu entendo perfeitamente o que querem dizer e também concordo, sobretudo, se considerarmos o conceito de “política de esquerda” como aquela voltada aos menos privilegiados (ou “jamais” privilegiados, como no caso brasileiro!).

    Sob essa óptica, eu mudaria até a frase no alto do blog e a substituiria por “um pensamento de esquerda, pela redução das desigualdades”. Se isso é ser de esquerda, vocês tem aqui o mais apaixonado defensor da idéia.

    Uma outra coisa, tipicamente brasileira (ou latino-americana) é associar a esquerda à democracia e a direita às ditaduras militares e pessoais que assombraram o Continente durante o século 20.

    No Brasil, tivemos duas fases autoritárias: a primeira, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas; e a segunda, o governo de exceção militar, entre 1964 e 1985.

    Nesse período mais recente – e trágico-, quem se opunha ao regime era tratado como “de esquerda”, enquanto seus apoiadores eram “da direita”. A intenção dos militares, durante a Guerra Fria, era associar os seus opositores ao socialismo soviético (de esquerda). Por outro lado, a ditadura militar, devido ao apoio recebido, era associada aos Estados Unidos e ao seu “imperialismo”.

    Mais recentemente, depois da redemocratização do País, os “fernandos” – Collor e Henrique Cardoso -, com suas idéias de mordenização do país, através da abertura econômica e das privatizações, passaram a ser chamados “pejorativamente” de neoliberais, associando-se, sempre, suas medidas econômicas liberalizantes aos interesses dos mais ricos e privilegiados.

    Por favor, caríssimos Lúcio e Ron, não retrocedamos! Se algo pode ser elogiado no governo de Lula da Silva, esse particular é exatamente a continuidade da política econômica dos governos anteriores: não foram quebrados contratos, o Brasil não se fechou totalmente à concorrência externa e a propriedade privada, no limite, ainda é respeitada. O receio de que o governo do PT pudesse fazer o mesmo que Alan Garcia, durante o seu primeiro mandato no Peru (estatização dos bancos e da infra-estrutura), ou o que Hugo Cháves faz na Venezuela, foi logo afastado. Até o Banco Central mantém uma louvável independência prática. Graças a isso, o Brasil não estagnou de vez.

    Sobre a Coreia do Sul, sim, Lúcio, houve um imenso investimento estatal na economia, de forma a modernizar a indústria, a criar infra-estrutura e, sobretudo, trinta anos de investimentos em educação, produção de ciência e tecnologia. Como já dizia Lord Keynes: “não é função do governo fazer um pouco melhor, ou um pouco pior, o que os outros podem fazer, e sim o que ninguém pode fazer” (destaquei a frase em dois artigos que escrevi nesse ano).

    Para encerrar, gostaria de destacar um outro detalhe muito importante: nós, defensores da liberdade política e econômica, repudiamos o conservadorismo truculento (muitas vezes associado à direita). Assim como condenamos a esquerda autoritária e intervencionista, também abominamos a direita autoritária. As duas vertentes defendem a planificação da economia através do estatismo e do um estado forte, autoritário e intervencionista.

    Por isso, não simpatizamos nem com a esquerda de Fidel, Cháves e Lula nem com a direita de Bush, Putin ou Ahmadinejad.

    Somos “liberais” que seguem o pensamento de Mario Vargas Llosa, do saudoso trio de diplomatas – José Guilherme Merquior, Roberto Campos e Sérgio Vieira de Mello -, de Fernando Henrique Cardoso, de Nicolas Sarkozy, de Al Gore…!

    Caros amigos, agradeço enormemente a oportunidade que me ofereceram para esse esclarecimento.

    Forte abraço.

  4. #4 by Suzy - September 6th, 2007 at 13:15

    Marcus, seu texto é excelente. A chamada ‘economia planificada’ não conseguiu manter a antiga União Soviética e não é por coincidência que a China ‘apelou’ para ser aceita como economia de mercado (o que é um erro, uma grande distorsão). A planificação não resiste como economia propriamente dita.
    A xenofobia lulopetista incorpora o retrocesso da esquerda e consequentemente planeja a pobreza em todos os sentidos do termo.
    Grande abraço

     

    Resposta do blog

    Cara Suzy:

    Muito obrigado, pelas visitas e pelo simpático comentário!

    É isso mesmo: o crescimento chinês se deve, exclusivamente, à opção do PCC ao comércio mundial. A Revolução Cultural de Mao condenou milhões de opositores do regime comunista à morte, através de massacres e fome. E na América Latina as FARC ainda se espelham nesse modelo…

    Vou acrescentar às recomendações de leitura desse blog o espetacular “Le Livre Noir du Comunisme”, para que os nossos intelectuais, que adoram ler Marx e Gramsci conheçam o significado do totalitarismo da esquerda jurássica.

    Forte abraço e até breve.

  5. #5 by Bruno Serafim - September 6th, 2007 at 20:46

    Passei por aqui por indicação do Ron Groo, adorei seu blog! Assuntos interessantíssimos!!! Minha ocupação é engenharia ambiental mas gosto muito de assuntos políticos e econômicos. Meu blog é de meio-ambiente mas pretendo expandir pra economia também, mas sem perder o escopo incial do meio-ambiente e sustentabilidade

    Agora voltando ao assunto:

    Eu não vejo este governo como esquerdista. Claro que a reestatização da Vale do Rio Doce não passa de um delírio, uma tentativa condenável de reaver algo que nunca foi lucrativo nas mãos do governo e agora que saiu de suas mãos passou a dar lucro. Um grande exemplo de má administração estatal.

    Acho que o seu liberalismo tem fundamento sim, olhando-se simplesmente pra este exemplo da Vale. Tirar estas empresas do controle estatal é sim sinônimo de desenvolvimento.

    Mas vale também lembrar que o nosso caso é muito diferente de outras nações, o que impossibilita nos comparar diretamente às mesmas. As nações européias enriqueceram às nossas custas sim, não necessariamente porque temos uma posição “jurássica” na visão dos nossos políticos. Provavelmente a principal razão do nosso sub-desenvolvimento, mas não a única.

    Eu pelo menos vejo um governo que mantém a mesma política econômica do FHC e aos poucos colhe o que foi plantado na época. O plano real foi capaz de controlar a inflação e dessa forma propiciou o consumo e o desenvolvimento. O aumento dos juros no segundo mandato foi uma conseqüência natural do objetivo principal do plano real (estabilizar a inflação). A partir do governo Lula, vemos um cenário ideal para o crescimento após aquele período de quase recessão. Porém, um crescimento pífio, diga-se de passagem. Eu vejo sim um lado populista do Lula, como já citaram anteriormente aqui.

    Abraço!

  6. #6 by Lúcio Lopes - September 7th, 2007 at 04:26

    Bacana esta discussão. A bela explanação do Marcus, e as intervenções da Susy e do Bruno Serafim, além da do Ron Groo que já me referi antes.

    Marcus, como eu havia respondido no M.P. seus dois comentários, vou colá-los aqui, pois acho que tem a ver.

    Só mais o seguinte: O que distingue o regime militar do lulo-petismo, em minha visão, fundamentalmente, são duas questões. No lulo-petismo há democracia, sem dúvida, mas no regime militar havia mais atenção aos programas sociais. A democracia não define, necessáriamente, uma posição ideológica de esquerda ou direita, mas as ações sociais, estas sim. Por isso acho que, embora ambos os governos sejam de direita, a ditadura militar está à esquerda do lulo-petismo, em que pese o lado tenebroso do regime militar que se contrabalança com a roubalheira do PT, que não deixa de ser um tipo de terrorismo.

  7. #7 by Lúcio Lopes - September 7th, 2007 at 04:31

    Achei excelente a iniciativa de enviar e-mails a essa cambada de vagabundos (rs). Aliás, eu envio o ano inteiro (rs). Quando a Marisa Serrano foi nomeada relatora do caso Renan, enviei um e-mail caprichado a ela, pedindo que não traísse as bases do partido, etc.

    Marcus, se o Renan for absolvido, a agonia no Senado irá continuar. Existem mais três processos de cassação contra Renan. O último foi dado entrada hoje pelo PSOL.

    O Lula não deseja o Senado parado, senão a CPMF não será aprovada e ele ficará sem os 39 bilhões por ano. Serão 120 bilhões pelo restante do mandato do Lula. Dá pra ele fazer uma boa farra, pois representa 6% do PIB brasileiro.

    Por isso estou certo que ele mandou a petralhada votar em peso na cassação do Renan

    Lula não tem escrúpulos. Diz uma coisa ao AMIGO Renan na frente e age segundo seus interesses próprios por trás.
    Um abraçao

  8. #8 by Lúcio Lopes - September 7th, 2007 at 04:32

    Amigo Marcus:
    Eu até que me esforço (rs), mas não consigo ver esquerdismo nesta gente: Lula, Chávez, Kircher, Evo Morales, King Jong Ill (Coréia do Norte), nenhum deles, em minha visão, é esquerda, embora adorem que digam que eles sejam. O último – King – se intitula comunista, mas é um ditadorzinho facínora, chantagista e esmoleiro (gosta de receber esmola dos EUA e Inglaterra fazendo chantagem), um déspota dos mais atrasados do planeta.

    Os sul americanos citados são todos populistas incompetentes com o desejo secreto de se transformarem em ditadores. Chávez está muito próximo disto, na verdade já é, praticamente.

    A meu ver, Marcus, regime de esquerda inteligente existe. A Suécia é modelo.
    O Fidel também considero esquerda. Mas é, como diz você, jurássico, além de ditador sanguinário.

    Um abraço

  9. #9 by Lúcio Lopes - September 7th, 2007 at 04:34

    Desculpa, o comentário de 4:31 ficou fora do contexto desta discussão.

  10. #10 by babylon 8 download - May 19th, 2010 at 07:11

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