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	<title>Comments on: Dalits e preconceito</title>
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		<title>By: Marcus Mayer</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2009/03/15/2391/comment-page-1/#comment-5572</link>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 23:26:23 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado por sua visita e pelo seu comentário, Bebeto Maya.

Felizmente, temos a vantagem de viver numa democracia. No Irã, sob os aiatolás, certamente, nem o seu comentário, nem o meu texto poderiam ser publicados.

Abraços.

Marcus</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado por sua visita e pelo seu comentário, Bebeto Maya.</p>
<p>Felizmente, temos a vantagem de viver numa democracia. No Irã, sob os aiatolás, certamente, nem o seu comentário, nem o meu texto poderiam ser publicados.</p>
<p>Abraços.</p>
<p>Marcus</p>
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		<title>By: bebeto_maya</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2009/03/15/2391/comment-page-1/#comment-5529</link>
		<dc:creator>bebeto_maya</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 02:55:44 +0000</pubDate>
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		<description>Uma consideração sobre como a Globo lida com estes preconceitos é importante, porque ela sempre pinta as minorias como coitadinhos, incapazes de fazer mal a quem quer que seja, mal representados e sem qualquer poder, não importa que grupos GLBT e racialistas tenham acesso automático ao gabinete do presidente Lula. Pra Globo e os iluminados, são &quot;sempre coitadinhos&quot;...

Enquanto isto, no ocidente, onde homossexuais e minorias raciais têm mais direitos que em qualquer lugar no mundo, recaí a pecha de malditos fascínoras racistas e homofóbicos. Isso sim é vergonhoso, porque se chamam o ocidente de tudo isso, é simplesmente porque nos deixamos criticar enquanto os indianos e mulçumanos, não. 

Nosso mundo, com todos os preconceitos, ainda é muito mais civilizado que o deles,veja que mesmo quem discorda do homossexualismo não concorda, pelos menos na maioria das vezes, com um tratamento desumano direcionado a esta minoria. Enquanto no Irã, os coitados são mortos e vivem escondidos.

Sim, está na hora de acabar com o preconceito, mas está na hora das pessoas arcarem com suas responsabilidades também. Luta de Classes é apenas uma forma chique de marxismo cultural.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma consideração sobre como a Globo lida com estes preconceitos é importante, porque ela sempre pinta as minorias como coitadinhos, incapazes de fazer mal a quem quer que seja, mal representados e sem qualquer poder, não importa que grupos GLBT e racialistas tenham acesso automático ao gabinete do presidente Lula. Pra Globo e os iluminados, são &#8220;sempre coitadinhos&#8221;&#8230;</p>
<p>Enquanto isto, no ocidente, onde homossexuais e minorias raciais têm mais direitos que em qualquer lugar no mundo, recaí a pecha de malditos fascínoras racistas e homofóbicos. Isso sim é vergonhoso, porque se chamam o ocidente de tudo isso, é simplesmente porque nos deixamos criticar enquanto os indianos e mulçumanos, não. </p>
<p>Nosso mundo, com todos os preconceitos, ainda é muito mais civilizado que o deles,veja que mesmo quem discorda do homossexualismo não concorda, pelos menos na maioria das vezes, com um tratamento desumano direcionado a esta minoria. Enquanto no Irã, os coitados são mortos e vivem escondidos.</p>
<p>Sim, está na hora de acabar com o preconceito, mas está na hora das pessoas arcarem com suas responsabilidades também. Luta de Classes é apenas uma forma chique de marxismo cultural.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>By: Marcus Mayer</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2009/03/15/2391/comment-page-1/#comment-5515</link>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 20:10:20 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;blockquote cite=&quot;#commentbody-5514&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#comment-5514&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;josé&lt;/a&gt; :&lt;/strong&gt;&lt;P&gt;Gostei do artigo, e penso que a novela cumpre função social msotrando tais assuntos. Mas o excesso de humor, típico do brasileiro, tira a seriedade de qualquer assunto. A família Opash beira à criminalidade, e como tal deveria ser mostrada, não como simpáticos indianos, onde o preconceito é algo meio “inevitável”.&lt;/P&gt;&lt;/blockquote&gt;

Caro José, concordo plenamente com você. O único porém, o qual devemos observar, é que se trata de puro entretenimento. Uma abordagem mais séria e realista poderia ser encontrada nos canais Discovery ou National Geographic.

Muito obrigado pelo seu comentário. Retorne sempre! 

Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote cite="#commentbody-5514"><p>
<strong><a href="#comment-5514" rel="nofollow">josé</a> :</strong>
<p>Gostei do artigo, e penso que a novela cumpre função social msotrando tais assuntos. Mas o excesso de humor, típico do brasileiro, tira a seriedade de qualquer assunto. A família Opash beira à criminalidade, e como tal deveria ser mostrada, não como simpáticos indianos, onde o preconceito é algo meio “inevitável”.</p>
</blockquote>
<p>Caro José, concordo plenamente com você. O único porém, o qual devemos observar, é que se trata de puro entretenimento. Uma abordagem mais séria e realista poderia ser encontrada nos canais Discovery ou National Geographic.</p>
<p>Muito obrigado pelo seu comentário. Retorne sempre! </p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: josé</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2009/03/15/2391/comment-page-1/#comment-5514</link>
		<dc:creator>josé</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 05:36:14 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei do artigo, e penso que a novela cumpre função social msotrando tais assuntos. Mas o excesso de humor, típico do brasileiro, tira a seriedade de qualquer assunto.  A família Opash beira à criminalidade, e como tal deveria ser mostrada, não como simpáticos indianos, onde o preconceito é algo meio &quot;inevitável&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do artigo, e penso que a novela cumpre função social msotrando tais assuntos. Mas o excesso de humor, típico do brasileiro, tira a seriedade de qualquer assunto.  A família Opash beira à criminalidade, e como tal deveria ser mostrada, não como simpáticos indianos, onde o preconceito é algo meio &#8220;inevitável&#8221;.</p>
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		<title>By: Marcus Mayer</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2009/03/15/2391/comment-page-1/#comment-5425</link>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 18:19:17 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;blockquote cite=&quot;#commentbody-5423&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#comment-5423&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Magui&lt;/a&gt; :&lt;/strong&gt;&lt;P&gt;O preconceito na India é insuportável. Os párias sequer têm direito de ter casa própria e vivem em barracos insalubres. Há um movimento dentro do governo para que possam financiar suas casas o que vem acontecendo devagar. O corpo dos parias é jogado na rua e uma escavadeira passa pegando os cadaveres que depois são queimados na beira do Ganges, uma fedentina de dar naúsea. Tenho horror daquela sujeira, daquela multidão andando pelas ruas fedendo todas. Ninguém consegue ficar lá mais de uma semana.&lt;/P&gt;&lt;/blockquote&gt;

Cara Magui:

Estava aguardando por um comentário como o seu. Eu ainda não viajei pela Índia, mas espero ter a chance de fazê-lo algum dia.

Esse seu testemunho, tão lamentável a respeito da situação de lá, reforça o intuito do post. Queria mesmo destacar a precariedade da situação. O mundo de Marajás, retratado por Glória Perez, caracteriza somente o topo da pirâmide social, que, conforme mostram os números e depoimentos disponíveis, deve ter uma base extremamente larga.

Muito obrigado, por sua visita e pelas informações prestadas! Volte sempre!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote cite="#commentbody-5423"><p>
<strong><a href="#comment-5423" rel="nofollow">Magui</a> :</strong>
<p>O preconceito na India é insuportável. Os párias sequer têm direito de ter casa própria e vivem em barracos insalubres. Há um movimento dentro do governo para que possam financiar suas casas o que vem acontecendo devagar. O corpo dos parias é jogado na rua e uma escavadeira passa pegando os cadaveres que depois são queimados na beira do Ganges, uma fedentina de dar naúsea. Tenho horror daquela sujeira, daquela multidão andando pelas ruas fedendo todas. Ninguém consegue ficar lá mais de uma semana.</p>
</blockquote>
<p>Cara Magui:</p>
<p>Estava aguardando por um comentário como o seu. Eu ainda não viajei pela Índia, mas espero ter a chance de fazê-lo algum dia.</p>
<p>Esse seu testemunho, tão lamentável a respeito da situação de lá, reforça o intuito do post. Queria mesmo destacar a precariedade da situação. O mundo de Marajás, retratado por Glória Perez, caracteriza somente o topo da pirâmide social, que, conforme mostram os números e depoimentos disponíveis, deve ter uma base extremamente larga.</p>
<p>Muito obrigado, por sua visita e pelas informações prestadas! Volte sempre!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Marcus Mayer</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2009/03/15/2391/comment-page-1/#comment-5424</link>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 06:17:19 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;blockquote cite=&quot;#commentbody-5422&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#comment-5422&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Lúcio Lopes&lt;/a&gt; :&lt;/strong&gt;&lt;P&gt;Caro Marcus. Belíssimo texto (Primeira parte do POST), me diverti a valer! Ri muito!&lt;BR&gt;Só vou ter de discordar quando os neo-intelectualóides juntam Flamengo ao Corinthians. Flamengo é um atestado de inteligência e bom gosto a qq cidadão. Rsssss&lt;BR&gt;Mesmo sem ser um intelectual, confesso que tenho um baita preconceito. É contra petralhas, especialmente os racistas radicais do governo Lula. Por exemplo, a Matilde ultra-racista, então ministra do Anti-racismo.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Comentando a segunda parte. Eu sabia muito pouco sobre a Índia, e seu artigo, Marcus, está deveras sensacional sobre todos os aspectos. Parabéns. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Terceira Parte: Que eu saiba, a ditadura subsidiou a TV Globo para o Roberto Marinho, que na ocasião era apenas testa-de-ferro de um milionário norte-americano que explorava a produção de alumínio no Brasil (esqueci o nome do gajo). Por isso mesmo a Globo foi porta-voz fiel da ditadura durante seus 21 anos. Os intelectuais de fato estavam na Emissora, mas sempre lendo na cartilha do Marinho. Questão de sobrevivência.&lt;BR&gt;Marcus, a fertilidade no Brasil caiu muito com o advento da TV, mas isto aconteceu no mundo inteiro, você não concorda?&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Ando sem muito tempo, por isso parei com o Minuto Político, mas estou voltando a ser seu leitor. Um grande abraço, Lúcio Lopes.&lt;/P&gt;&lt;/blockquote&gt;

Caríssimo Lúcio:

Que excelente surpresa! Fiquei muito contente com a visita. 

Lamento pela parada do “Minuto Político”, mas entendo a exaustão. O meu ritmo de postagens também diminuiu – hoje escrevo com intervalos maiores. Por isso, o conteúdo deixou de dar ênfase para o noticiário e foi substituído por textos de maior “durabilidade”. Permito-me dedicar maior atenção aos visitantes e aos seus respectivos comentários.

Lúcio, este espaço está aberto para você. Se sentir vontade de escrever um artigo, terei prazer por publicá-lo, ao lado de sua assinatura e foto.

Muito obrigado, pelos seus comentários. O texto é fruto de uma breve pesquisa. Eu também desconhecia essa realidade. Estava curioso para saber o quanto havia de ficção e verdade nas questões-chave retratadas na novela de Glória Perez.

Entendi o seu humor em relação ao preconceito, mas você está totalmente isento disso nas questões que se referem aos “petralhas”. Definiria essa atitude como aversão muito justificável. E isso eu também tenho, sobretudo, aversão a baratas e ladrões.

Sobre a questão da fertilidade, concordo plenamente que ela tenha diminuído com o advento da televisão no mundo inteiro. O artigo da Economist destaca não somente a TV mas, especificamente as novelas da Globo. Por isso, associei o tema ao preconceito em relação aos “produtos” populares que, como neste caso, podem fazer um bem tremendo.

Na resposta ao comentário do colega Ricardo Rayol, destaquei a influência positiva que poderiam ter até as leituras que, em geral, a nossa classe um pouco mais letrada condena.

Na história da TV brasileira, dos Diários Associados de Chateubriand, da Globo dos Marinho, do SBT de Silvio Santos, da atual Record do Bispo, infelizmente, acredito que sempre tenham existido interesses obscuros em jogo. Esse seria um ótimo tema para debate futuro.

Seja sempre muito bem-vindo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote cite="#commentbody-5422"><p>
<strong><a href="#comment-5422" rel="nofollow">Lúcio Lopes</a> :</strong>
<p>Caro Marcus. Belíssimo texto (Primeira parte do POST), me diverti a valer! Ri muito!<br />Só vou ter de discordar quando os neo-intelectualóides juntam Flamengo ao Corinthians. Flamengo é um atestado de inteligência e bom gosto a qq cidadão. Rsssss<br />Mesmo sem ser um intelectual, confesso que tenho um baita preconceito. É contra petralhas, especialmente os racistas radicais do governo Lula. Por exemplo, a Matilde ultra-racista, então ministra do Anti-racismo.</p>
<p>Comentando a segunda parte. Eu sabia muito pouco sobre a Índia, e seu artigo, Marcus, está deveras sensacional sobre todos os aspectos. Parabéns. </p>
<p>Terceira Parte: Que eu saiba, a ditadura subsidiou a TV Globo para o Roberto Marinho, que na ocasião era apenas testa-de-ferro de um milionário norte-americano que explorava a produção de alumínio no Brasil (esqueci o nome do gajo). Por isso mesmo a Globo foi porta-voz fiel da ditadura durante seus 21 anos. Os intelectuais de fato estavam na Emissora, mas sempre lendo na cartilha do Marinho. Questão de sobrevivência.<br />Marcus, a fertilidade no Brasil caiu muito com o advento da TV, mas isto aconteceu no mundo inteiro, você não concorda?</p>
<p>Ando sem muito tempo, por isso parei com o Minuto Político, mas estou voltando a ser seu leitor. Um grande abraço, Lúcio Lopes.</p>
</blockquote>
<p>Caríssimo Lúcio:</p>
<p>Que excelente surpresa! Fiquei muito contente com a visita. </p>
<p>Lamento pela parada do “Minuto Político”, mas entendo a exaustão. O meu ritmo de postagens também diminuiu – hoje escrevo com intervalos maiores. Por isso, o conteúdo deixou de dar ênfase para o noticiário e foi substituído por textos de maior “durabilidade”. Permito-me dedicar maior atenção aos visitantes e aos seus respectivos comentários.</p>
<p>Lúcio, este espaço está aberto para você. Se sentir vontade de escrever um artigo, terei prazer por publicá-lo, ao lado de sua assinatura e foto.</p>
<p>Muito obrigado, pelos seus comentários. O texto é fruto de uma breve pesquisa. Eu também desconhecia essa realidade. Estava curioso para saber o quanto havia de ficção e verdade nas questões-chave retratadas na novela de Glória Perez.</p>
<p>Entendi o seu humor em relação ao preconceito, mas você está totalmente isento disso nas questões que se referem aos “petralhas”. Definiria essa atitude como aversão muito justificável. E isso eu também tenho, sobretudo, aversão a baratas e ladrões.</p>
<p>Sobre a questão da fertilidade, concordo plenamente que ela tenha diminuído com o advento da televisão no mundo inteiro. O artigo da Economist destaca não somente a TV mas, especificamente as novelas da Globo. Por isso, associei o tema ao preconceito em relação aos “produtos” populares que, como neste caso, podem fazer um bem tremendo.</p>
<p>Na resposta ao comentário do colega Ricardo Rayol, destaquei a influência positiva que poderiam ter até as leituras que, em geral, a nossa classe um pouco mais letrada condena.</p>
<p>Na história da TV brasileira, dos Diários Associados de Chateubriand, da Globo dos Marinho, do SBT de Silvio Santos, da atual Record do Bispo, infelizmente, acredito que sempre tenham existido interesses obscuros em jogo. Esse seria um ótimo tema para debate futuro.</p>
<p>Seja sempre muito bem-vindo!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Magui</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2009/03/15/2391/comment-page-1/#comment-5423</link>
		<dc:creator>Magui</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 04:19:33 +0000</pubDate>
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		<description>O preconceito na India é insuportável. Os párias sequer têm direito de ter casa própria e vivem em barracos insalubres. Há um moviemnto dentro do governo para que possam financiar suas casas o que vem acontecendo devagar. O corpo dos párias é jogado na rua e uma escavadeira passa pegando os cadaveres que depois são queimados na beira do Ganges, uma fedentina de dar naúsea. Tenho horror daquela sujeira, daquela multidão andando pelas ruas fedendo todas. Ninguém consegue ficar lá mais de uma semana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O preconceito na India é insuportável. Os párias sequer têm direito de ter casa própria e vivem em barracos insalubres. Há um moviemnto dentro do governo para que possam financiar suas casas o que vem acontecendo devagar. O corpo dos párias é jogado na rua e uma escavadeira passa pegando os cadaveres que depois são queimados na beira do Ganges, uma fedentina de dar naúsea. Tenho horror daquela sujeira, daquela multidão andando pelas ruas fedendo todas. Ninguém consegue ficar lá mais de uma semana.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Lúcio Lopes</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2009/03/15/2391/comment-page-1/#comment-5422</link>
		<dc:creator>Lúcio Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 03:34:25 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Marcus. Belíssimo texto (Primeira parte do POST), me diverti a valer! Ri muito!
Só vou ter de discordar quando os neo-intelectualóides juntam Flamengo ao Corinthians. Flamengo é um atestado de inteligência e bom gosto a qq cidadão. Rsssss
Mesmo sem ser um intelectual, confesso que tenho um baita preconceito. É contra petralhas, especialmente os racistas radicais do governo Lula. Por exemplo, a Matilde ultra-racista, então ministra do Anti-racismo.

Comentando a segunda parte. Eu sabia muito pouco sobre a Índia, e seu artigo, Marcus, está deveras sensacional sobre todos os aspectos. Parabéns. 

Terceira Parte: Que eu saiba, a ditadura subsidiou a TV Globo para o Roberto Marinho, que na ocasião era apenas testa-de-ferro de um milionário norte-americano que explorava a produção de alumínio no Brasil (esqueci o nome do gajo). Por isso mesmo a Globo foi porta-voz fiel da ditadura durante seus 21 anos. Os intelectuais de fato estavam na Emissora, mas sempre lendo na cartilha do Marinho. Questão de sobrevivência.
Marcus, a fertilidade no Brasil caiu muito com o advento da TV, mas isto aconteceu no mundo inteiro, você não concorda?

Ando sem muito tempo, por isso parei com o Minuto Político, mas estou voltando a ser seu leitor. Um grande abraço, Lúcio Lopes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Marcus. Belíssimo texto (Primeira parte do POST), me diverti a valer! Ri muito!<br />
Só vou ter de discordar quando os neo-intelectualóides juntam Flamengo ao Corinthians. Flamengo é um atestado de inteligência e bom gosto a qq cidadão. Rsssss<br />
Mesmo sem ser um intelectual, confesso que tenho um baita preconceito. É contra petralhas, especialmente os racistas radicais do governo Lula. Por exemplo, a Matilde ultra-racista, então ministra do Anti-racismo.</p>
<p>Comentando a segunda parte. Eu sabia muito pouco sobre a Índia, e seu artigo, Marcus, está deveras sensacional sobre todos os aspectos. Parabéns. </p>
<p>Terceira Parte: Que eu saiba, a ditadura subsidiou a TV Globo para o Roberto Marinho, que na ocasião era apenas testa-de-ferro de um milionário norte-americano que explorava a produção de alumínio no Brasil (esqueci o nome do gajo). Por isso mesmo a Globo foi porta-voz fiel da ditadura durante seus 21 anos. Os intelectuais de fato estavam na Emissora, mas sempre lendo na cartilha do Marinho. Questão de sobrevivência.<br />
Marcus, a fertilidade no Brasil caiu muito com o advento da TV, mas isto aconteceu no mundo inteiro, você não concorda?</p>
<p>Ando sem muito tempo, por isso parei com o Minuto Político, mas estou voltando a ser seu leitor. Um grande abraço, Lúcio Lopes.</p>
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	<item>
		<title>By: Marcus Mayer</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2009/03/15/2391/comment-page-1/#comment-5421</link>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 01:50:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcus-mayer.com/blog/?p=2391#comment-5421</guid>
		<description>&lt;blockquote cite=&quot;#commentbody-5420&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#comment-5420&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Lili&lt;/a&gt; :&lt;/strong&gt;&lt;P&gt;Marcus, obrigada pelos ótimos comentários! Aproveitei para revisitar seu blog, fazia tempo que não entrava. Tá mto bacana! Mas tenho que falar: mais bacana que o banner que ganhei, não tem! Obrigada!! &lt;IMG class=wp-smiley alt=:-) src=&quot;http://marcus-mayer.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif&quot;&gt; &lt;/P&gt;&lt;/blockquote&gt;

Querida Liliane:

Fiquei muito feliz e honrado por sua visita, sobretudo, pelo registro do comentário! Acredito que também aconteça com você: tenho uma porção de amigos que lêem o blog e até falam pessoalmente comigo sobre o conteúdo dos artigos, porém jamais registram um comentário. 

Nós, que “brincamos” de escrever, sempre aguardamos um feedback, por mais breve ou crítico que seja, não é?!

Agora sim, faz todo o sentido apresentar um banner desse seu novo blog por aqui. O “Algo do Mundo” é muito inteligente, e dirigido a um público diferente daquele outro. Já o relacionei entre as leituras de Feeds e terei prazer por acompanhá-lo.

Lili, venha sempre e registre seus comentários mesmo que discorde plenamente do conteúdo do post ou do artigo. O seu e-mail já está liberado e não precisará mais de autorização prévia antes de publicar uma opinião.

Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote cite="#commentbody-5420"><p>
<strong><a href="#comment-5420" rel="nofollow">Lili</a> :</strong>
<p>Marcus, obrigada pelos ótimos comentários! Aproveitei para revisitar seu blog, fazia tempo que não entrava. Tá mto bacana! Mas tenho que falar: mais bacana que o banner que ganhei, não tem! Obrigada!! <img class=wp-smiley alt=:-) src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif"/> </p>
</blockquote>
<p>Querida Liliane:</p>
<p>Fiquei muito feliz e honrado por sua visita, sobretudo, pelo registro do comentário! Acredito que também aconteça com você: tenho uma porção de amigos que lêem o blog e até falam pessoalmente comigo sobre o conteúdo dos artigos, porém jamais registram um comentário. </p>
<p>Nós, que “brincamos” de escrever, sempre aguardamos um feedback, por mais breve ou crítico que seja, não é?!</p>
<p>Agora sim, faz todo o sentido apresentar um banner desse seu novo blog por aqui. O “Algo do Mundo” é muito inteligente, e dirigido a um público diferente daquele outro. Já o relacionei entre as leituras de Feeds e terei prazer por acompanhá-lo.</p>
<p>Lili, venha sempre e registre seus comentários mesmo que discorde plenamente do conteúdo do post ou do artigo. O seu e-mail já está liberado e não precisará mais de autorização prévia antes de publicar uma opinião.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Lili</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2009/03/15/2391/comment-page-1/#comment-5420</link>
		<dc:creator>Lili</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 22:59:43 +0000</pubDate>
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		<description>Marcus, obrigada pelos ótimos comentários! Aproveitei para revisitar seu blog, fazia tempo que não entrava. Tá mto bacana! Mas tenho que falar: mais bacana que o banner que ganhei, não tem! Obrigada!! :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcus, obrigada pelos ótimos comentários! Aproveitei para revisitar seu blog, fazia tempo que não entrava. Tá mto bacana! Mas tenho que falar: mais bacana que o banner que ganhei, não tem! Obrigada!! <img src='http://marcus-mayer.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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