Posts Tagged Eleições
Kassab em São Paulo e Gabeira no Rio
Posted by Marcus Mayer in Cidades on October 16th, 2008
Meu título de eleitor ainda está registrado na 17ª zona eleitoral do Leblon, no Rio de Janeiro, onde vivi por quase duas décadas. Os últimos tempos, porém, tenho passado em São Paulo, minha cidade natal. Aqui, acompanhei as gestões de mais de uma dezena de prefeitos paulistanos – desde a época em que ainda eram nomeados pelo governador. No Rio de Janeiro, presenciei a falência da cidade, durante a gestão de Saturnino Braga (quando da primeira eleição direta), e a vi renascer com César Maia, em 1993.
Hoje, externo minhas preferências diante do quadro eleitoral que se apresenta nas duas cidades. Comecemos pelo Rio. Estou com Gabeira! Apesar de seu passado político torpe – atuou como guerrilheiro da extrema-esquerda e apoiou Lula da Silva em diversos momentos da história recente – tornou-se um ícone em defesa da moralidade na política e da liberdade nas relações econômicas. Além disso, é um tradicional defensor da conservação do meio ambiente.
Em São Paulo apoio o prefeito Gilberto Kassab por duas razões: 1.) realiza uma ótima gestão em parceria com o PSDB, partido esse extremamente bem representado pela atuação de Andrea Matarazzo, secretário de coordenação das subprefeituras; 2.) participa de um projeto político, ao lado do governador José Serra, que visa a defenestrar a turma do perfeito idiota Lula da Silva do Palácio do Planalto.
Al Gore – Brazil
Posted by Marcus Mayer in Meio Ambiente, Mundo, Política on May 22nd, 2007
Al Gore será candidato à presidência dos Estados Unidos em 2008? Por todos os lugares em que passa, essa é a pergunta mais repetida. A sua habitual resposta é de que não tem intenção de concorrer. Mas também não tem intenção de não concorrer. Um grande número de pessoas está convencido de que Gore pode ser persuadido a candidatar-se. Por isso, ingressamos, oficialmente, em uma campanha popular com o objetivo de estimulá-lo a lançar sua candidatura. O movimento chama-se: Al Gore – The 2008 Grassroots Draft Campaign.
Entre 1993 e 2001, Al Gore foi vice-presidente dos Estados Unidos, durante a administração de Bill Clinton, do Partido Democrata. Em 2000 concorreu à presidência e, apesar de ter tido mais votos populares, perdeu a eleição para George Bush, no Colégio Eleitoral.
Em 2006, Gore lançou An Inconvenient Truth, um filme sobre o aquecimento global, que ganhou o Oscar de melhor documentário em 2007. Conjuntamente com o presidente da Virgin, Richard Branson, lançou um concurso que pagará US$ 25 milhões para o cientista que apresentar o melhor projeto para diminuir as emissões de dióxido de carbono na atmosfera. Como ativista ecológico, Gore escreveu dois livros: “A Terra em Balanço: Ecologia e o Espírito Humano”, editado pela Augustus, em 2003 e “Uma Verdade Inconveniente”, pela editora Manole, em 2006.
24 horas e a sucessão americana
Posted by Marcus Mayer in Mundo, Sociologia on May 17th, 2007
O agente Jack Bauer, o presidente Palmer, dos Estados Unidos, e o pessoal da CTU são personagens que se tornaram famosos mundo afora. Se você não tem idéia do que estou falando, pergunte a um colega, pois, facilmente, ficará a par. O seriado “24 horas”, da FOX, é um dos melhores entretenimentos televisivos dos últimos anos, encontra-se em sua 6ª temporada e promete mais duas.
Giuliani defende a tortura em debate – No segundo debate entre os dez pré-candidatos republicanos, transmitido pela Fox News, a pergunta que está sendo chamada de “Questão 24″, em referência à serie de TV, criou uma grande polêmica.
Indagado se autorizaria o uso de tortura de um suspeito caso soubesse que isso pararia um ataque nuclear, o senador John McCain (Arizona), segundo lugar na pesquisa entre os pré-candidatos republicanos, disse um sonoro “não”. Instado a responder a mesma pergunta, o ex-prefeito de NY Rudolph Giuliani, o primeiro colocado, não titubeou: Ele daria autorização para que fosse usado “qualquer método que eu pudesse pensar” para extrair a informação. Não apóia a tortura, disse, mas reafirmou que autorizaria “qualquer método”.
E você, o que pensa a respeito?
A minha opinião é a seguinte: Defender a tortura seria intolerável. Mas responder à questão, como o fez Giuliani, de forma honesta, é muito admirável! Além disso, a situação extrema apresentada pelo interpelante foi no sentido de “impedir um hipotético ataque nuclear”. A dimensão da tragédia de um ataque, mormente, seria muito maior do que o apelo para uma prática abominável como a tortura – com a qual Giuliani também deixou claro não concordar.
Hoje, ao ler comentários e respostas deixadas no blog de Sérgio Dávila, que também divulgou a notícia, observei um extremado repúdio por parte dos leitores, não em relação à tortura ou a um ataque nuclear perpetrado por terroristas, mas aos Estados Unidos. Certamente, esse será o maior legado que deixará o presidente George W. Bush: um anti-americanismo de gigantesca proporção.
Lembremo-nos porém, que o segundo mandato de George Bush chegará ao fim no dia 20 de janeiro de 2009. Espero que o ex-vice presidente Al Gore, defensor do multilateralismo e da preservação do meio ambiente, dispute a indicação do Partido Democrata e vença a eleição. Talvez, a imagem americana melhore e sirva de bom exemplo para o resto do mundo, dada a sua inquestionável posição como potência.
Os Estados Unidos seriam mais simpáticos ao mundo se tivessem um presidente David Palmer, como em 24 horas.
Sarkozy é 23º presidente da França
Posted by Marcus Mayer in Mundo on May 6th, 2007
Sarkozy amplia vantagem
Posted by Marcus Mayer in Mundo on May 4th, 2007
A dois dias da realização do segundo turno das eleições francesas, Nicolas Sarkozy, o candidato liberal, com 54,5% das intenções de voto, ampliou a vantagem (+2,5%) sobre sua concorrente Ségolène Royal (45,5%), do Partido Socialista, segundo pesquisa de intenção de votos realizada pelo jornal Le Figaro.
Na hipótese de se confirmarem os 54,5% das intenções de voto nas urnas, a vitória de Sarkozy se tornaria mais significativa que a obtida por François Mitterand (54,01%), em 1988, e se aproximaria do percentual de votos dados ao general de Gaulle (55,2%), em 1965.
Tout devient possible
Posted by Marcus Mayer in Mundo on May 3rd, 2007
A gigantesca estrutura estatal e a dívida pública emperram o crescimento do país (dessa vez, não estamos falando do Brasil!). Nicolas Sarkozy defende um estado menor e a redução de impostos. A França merece transparência e responsabilidade.











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