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	<title>Marcus Mayer's Blog &#187; Eleições</title>
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		<title>O Brasil não é &#8220;de todos&#8221;, mas de alguns</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 03:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[O artigo abaixo, de Demétrio Magnoli, publicado no jornal &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221;, na quinta-feira, dia 8, é excelente! Merece ser lido não somente pelos leitores ou assinantes do jornal, mas por todos que buscam informação sóbria e inteligente sobre a eleição presidencial no Brasil.    rcus-mayer.com  space   A escolha de Serra por Demétrio Magnoli* para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica;"><em><span style="font-size: 16pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd;"><strong><a href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/jose_serra_01.jpg"></a>O </strong></span>artigo abaixo, de Demétrio Magnoli, publicado no jornal &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221;, na quinta-feira, dia 8, é excelente! Merece ser lido não somente pelos leitores ou assinantes do jornal, mas por todos que buscam informação sóbria e inteligente sobre a eleição presidencial no Brasil.</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica;"><em> <img class="aligncenter" title="jose_serra_01" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/jose_serra_01.jpg" alt="José Serra" width="620" height="465" /> </em></span> <span style="color: #ffffff;">rcus-mayer.com</span> </p>
<hr /><span style="color: #ffffff;">space</span> </p>
<p><strong><span style="font-size: 15pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd;"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #ffffff;"><strong><a href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/demetrio_magnoli.jpg"><img class="alignleft" title="demetrio_magnoli" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/demetrio_magnoli.jpg" alt="Demétrio Magnoli" width="165" height="197" /></a></strong> </span></span></span></strong><strong><span style="font-size: 15pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd;"><a href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/demetrio_magnoli.jpg"></a>A escolha de Serra</span></strong><strong><br />
</strong><span style="font-size: 100%; font-family: Tahoma; color: #999999;">por Demétrio Magnoli*</span><br />
<span style="font-size: 100%; font-family: Tahoma; color: #999999;">para o jornal </span><span style="font-size: 100%; font-family: Tahoma; color: #999999;"><em>O Estado de S. Paulo</em> | Quinta-feira, 8 de julho de 2009</span><span style="font-size: 100%; font-family: Tahoma;"> </span> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 16pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd;">J</span></strong><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica;">osé Serra quase desistiu de disputar a eleição presidencial no fim de janeiro. Haveria motivos para a desistência. O País cresce à taxa de 6% e o consumo explode, sob o influxo do real valorizado e do ingresso de capitais de curto prazo, num cenário de déficit na conta corrente que será sustentado durante o ciclo eleitoral. Dilma Rousseff é a candidata de Lula, do núcleo do setor financeiro, dos maiores grupos empresariais e da elite de neopelegos sindicais. A decisão de seguir em frente revela a coragem política do governador paulista. Contudo, contraditoriamente, sua estratégia de campanha reflete a sagacidade convencional dos marqueteiros, não o compromisso ousado de um estadista que rema contra a maré em circunstâncias excepcionais.</span> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica;">Marqueteiros leem pesquisas como seminaristas leem a Bíblia. Do alto de seu literalismo fetichista, disseram a Serra que confrontar Lula equivale a derrota certa. Então, o governador resolveu comparar sua biografia à da candidata palaciana. Mas Dilma não existe, exceto como metáfora, o que anula a estratégia serrista. &#8220;Vai ficar um vazio nessa cédula e, para que esse vazio seja preenchido, eu mudei de nome e vou colocar Dilma lá na cédula&#8221;, explicou Lula, cuja estratégia não é definida por marqueteiros. O pseudônimo circunstancial de Lula representa uma política, que é o lulismo. A candidatura de Serra só tem sentido se ele diverge dessa política.</span> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica;">O lulismo não é a política macroeconômica do governo, tomada de empréstimo de FHC, mas uma concepção sobre o Estado. A sua vinheta de propaganda, divulgada com dinheiro público pelo marketing oficial, diz que o Brasil é &#8220;um país de todos&#8221;. Eis a mentira a ser exposta. O Estado lulista é um conglomerado de interesses privados. Nele se acomodam a elite patrimonialista tradicional, a nova elite política petista, grandes empresas associadas aos fundos de pensão, centrais sindicais chapa-branca e movimentos sociais financiados pelo governo.</span> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica;"><a href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/charge-brasil-de-todos1.gif"></a>O Brasil não é &#8220;de todos&#8221;, mas de alguns: as máfias que colonizam o aparelho de Estado por meio de indicações políticas para mais de 600 mil cargos de confiança em todos os níveis de governo. Num &#8220;país de todos&#8221;, a administração pública é conduzida por uma burocracia profissional. O Brasil do lulismo, no qual José Sarney adquiriu o estatuto de &#8220;homem incomum&#8221;, não fará uma reforma do Estado. Estaria Serra disposto a erguer essa bandeira, afrontando o patrimonialismo entranhado em sua própria base política?</span> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica;">O Brasil não é &#8220;de todos&#8221;, mas de alguns: Eike Batista, o sócio do BNDES, &#8220;o melhor banco de fomento do mundo&#8221;, nas suas palavras, do qual recebeu um presente de R$ 70 milhões numa operação escabrosa no mercado acionário. Também é o país dos controladores da Oi, que erguem um semimonopólio a partir de privilégios concedidos pelo governo, inclusive uma providencial alteração anticompetitiva na Lei Geral de Telecomunicações, e se preparam para formar uma parceria com a Telebrás no sistema de banda larga. O lulismo orienta-se na direção de um capitalismo de Estado no qual o BNDES, as estatais e os fundos de pensão transferem recursos públicos para empresários que orbitam ao redor do poder. Teria Serra a coragem de criticar o modelo em gestação, inscrevendo na sua plataforma a separação entre o interesse público e os interesses privados?</span> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica;">O Brasil não é &#8220;de todos&#8221;, mas de alguns: a nova burocracia sindical, cuja influência não depende do apoio dos trabalhadores, mas do imposto compulsório de origem varguista, repaginado pelo lulismo. Ousaria Serra defender a adoção da Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), declarando guerra ao neopeleguismo e retomando a palavra de ordem da liberdade sindical que um dia pertenceu ao PT e à CUT?</span> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica;">Num &#8220;país de todos&#8221;, o sigilo bancário e o fiscal só podem ser quebrados por decisão judicial. No Brasil do lulismo, como atestam os casos de Francenildo Costa e Eduardo Jorge Caldas, eles valem menos que as conveniências de um poder inclinado a operar pela chantagem. Num &#8220;país de todos&#8221;, a cidadania é um contrato apoiado no princípio da igualdade perante a lei. No Brasil do lulismo, os indivíduos ganham rótulos raciais oficiais, que regulam o exercício de direitos e traçam fronteiras sociais intransponíveis. Num &#8220;país de todos&#8221;, a política externa subordina-se a valores consagrados na Constituição, como a promoção dos direitos humanos. No Brasil do lulismo, a palavra constitucional verga-se diante de ideologias propensas à celebração de ditaduras enroladas nos trapos de um visceral antiamericanismo. Estaria Serra disposto a falar de democracia, liberdade e igualdade, distinguindo-se do lulismo no campo estratégico dos valores fundamentais?</span> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica;"><a href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/charge-brasil-de-todos1.gif"><img class="alignright" title="charge-brasil-de-todos1" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/charge-brasil-de-todos1.gif" alt="" width="310" height="226" /></a>O lulismo é uma doutrina conservadora que veste uma fantasia de esquerda. Sob Lula, expandiram-se como nunca os programas de transferência direta de renda, que produzem evidentes dividendos eleitorais, mas pouco se fez nas esferas da educação, da saúde e da segurança pública. No país de alguns, os pobres não têm direito a escolas públicas e hospitais de qualidade ou à proteção do Estado diante do crime organizado. Teria Serra o desassombro de deixar ao relento os Eikes Batistas do mundo, comprometendo-se com um ambicioso plano de metas destinado a universalizar os direitos sociais?</span> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica;">Há um subtexto na decisão de Serra de comparar biografias. Ele está dizendo que existe um consenso político básico, cabendo aos eleitores a tarefa de definir o nome do gerente desse consenso nacional. É uma falsa mensagem, que Lula se encarrega de desmascarar todos os dias. Os brasileiros votarão num plebiscito sobre o lulismo. Se Serra não entender isso, perderá as eleições e deixará a cena como um político comum, impróprio para circunstâncias excepcionais. Mas ele ainda tem a oportunidade de escolher o caminho do estadista e perder as eleições falando de política. Nesse caso ? e só nesse! ? pode até mesmo triunfar nas urnas.</span>  </p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: Helvetica;"><span style="font-size: x-small;">*Demétrio Magnoli é sociólogo e doutor em geografia humana pela USP. E-Mail: <a href="mailto:DEMETRIO.MAGNOLI@TERRA.COM.BR">demetrio.magnoli@terra.com.br</a>.</span></span></p>
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		<title>Kassab em São Paulo e Gabeira no Rio</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 04:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<description><![CDATA[Meu título de eleitor ainda está registrado na 17ª zona eleitoral do Leblon, no Rio de Janeiro, onde vivi por quase duas décadas. Os últimos tempos, porém, tenho passado em São Paulo, minha cidade natal. Aqui, acompanhei as gestões de mais de uma dezena de prefeitos paulistanos &#8211; desde a época em que ainda eram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 150%; color: #9fb6cd; font-family: Helvetica;">M</span></strong><span style="font-size: 110%;">eu título de eleitor ainda está registrado na 17ª zona eleitoral do Leblon, no Rio de Janeiro, onde vivi por quase duas décadas. Os últimos tempos, porém, tenho passado em São Paulo, minha cidade natal. Aqui, acompanhei as gestões de mais de uma dezena de prefeitos paulistanos &#8211; desde a época em que ainda eram nomeados pelo governador. No Rio de Janeiro, presenciei a falência da cidade, durante a gestão de Saturnino Braga (quando da primeira eleição direta), e a vi renascer com César Maia, em 1993.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%;">Hoje, externo minhas preferências diante do quadro eleitoral que se apresenta nas duas cidades. Comecemos pelo Rio. Estou com Gabeira! Apesar de seu passado político torpe – atuou como guerrilheiro da extrema-esquerda e apoiou Lula da Silva em diversos momentos da história recente – tornou-se um ícone em defesa da moralidade na política e da liberdade nas relações econômicas. Além disso, é um tradicional defensor da conservação do meio ambiente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%;">Em São Paulo apoio o prefeito Gilberto Kassab por duas razões: 1.) realiza uma ótima gestão em parceria com o PSDB, partido esse extremamente bem representado pela atuação de Andrea Matarazzo, secretário de coordenação das subprefeituras; 2.) participa de um projeto político, ao lado do governador José Serra, que visa a defenestrar a turma do perfeito idiota Lula da Silva do Palácio do Planalto.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.gabeira43.com.br"><img class="size-full wp-image-863  aligncenter" title="gabeira_banner" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/gabeira_banner.jpg" alt="" width="435" height="56" /></a><a href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/gabeira_banner02_468x60.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.kassab25.com.br/"><img class="size-full wp-image-865  aligncenter" title="kassab_banner" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2008/10/kassab_banner.jpg" alt="" width="435" height="83" /></a><a href="http://www.kassab25.com.br/" target="_blank"></a></p>
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		<title>Al Gore &#8211; Brazil</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2007 00:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<description><![CDATA[  Al Gore será candidato à presidência dos Estados Unidos em 2008? Por todos os lugares em que passa, essa é a pergunta mais repetida. A sua habitual resposta é de que não tem intenção de concorrer. Mas também não tem intenção de não concorrer. Um grande número de pessoas está convencido de que Gore [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a title="al-goreorg.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/al-goreorg.jpg"><img class="aligncenter" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/al-goreorg.jpg" alt="al-goreorg.jpg" /></a></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 14pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd">A</span></strong><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">l Gore será candidato à presidência dos Estados Unidos em 2008? Por todos os lugares em que passa, essa é a pergunta mais repetida. A sua habitual resposta é de que não tem intenção de concorrer. Mas também não tem intenção de não concorrer. Um grande número de pessoas está convencido de que Gore pode ser persuadido a candidatar-se. Por isso, ingressamos, oficialmente, em uma campanha popular com o objetivo de estimulá-lo a lançar sua candidatura. O movimento chama-se: <strong>Al Gore &#8211; The 2008 Grassroots Draft Campaign.</strong><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Entre 1993 e 2001, Al Gore foi vice-presidente dos Estados Unidos, durante a administração de Bill Clinton, do Partido Democrata. Em 2000 concorreu à presidência e, apesar de ter tido mais votos populares, perdeu a eleição para George Bush, no Colégio Eleitoral.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Em 2006, Gore lançou <em>An Inconvenient Truth</em>, um filme sobre o aquecimento global, que ganhou o Oscar de melhor documentário em 2007. Conjuntamente com o presidente da Virgin, Richard Branson, lançou um concurso que pagará US$ 25 milhões para o cientista que apresentar o melhor projeto para diminuir as emissões de dióxido de carbono na atmosfera. Como ativista ecológico, Gore escreveu dois livros: “A Terra em Balanço: Ecologia e o Espírito Humano”, editado pela Augustus, em 2003 e “Uma Verdade Inconveniente”, pela editora Manole, em 2006.<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><a title="Al Gore.org" href="http://www.algore.org/"><span style="font-size: 90%; font-family: Tahoma">Visite o site da campanha popular clicando aqui e ingresse na comunidade <strong>“Al Gore &#8211; Brazil”,</strong> que criamos para marcar a presença do Brasil nos assuntos de interesse global</span></a></p>
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		<title>24 horas e a sucessão americana</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2007 06:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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		<description><![CDATA[O agente Jack Bauer, o presidente Palmer, dos Estados Unidos, e o pessoal da CTU são personagens que se tornaram famosos mundo afora. Se você não tem idéia do que estou falando, pergunte a um colega, pois, facilmente, ficará a par. O seriado “24 horas”, da FOX, é um dos melhores entretenimentos televisivos dos últimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a title="24-jack-bauer.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/24-jack-bauer.jpg"><img title="24-jack-bauer.jpg" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/24-jack-bauer.jpg" alt="24-jack-bauer.jpg" align="left" /></a><strong><span style="font-size: 130%; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd">O</span></strong><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"> agente Jack Bauer, o presidente Palmer, dos Estados Unidos, e o pessoal da CTU são personagens que se tornaram famosos mundo afora. Se você não tem idéia do que estou falando, pergunte a um colega, pois, facilmente, ficará a par. O seriado “24 horas”, da FOX, é um dos melhores entretenimentos televisivos dos últimos anos, encontra-se em sua 6ª temporada e promete mais duas.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"><strong>Giuliani defende a tortura em debate</strong> &#8211; No segundo debate entre os dez pré-candidatos republicanos, transmitido pela Fox News, a pergunta que está sendo chamada de &#8220;Questão 24&#8243;, em referência à serie de TV, criou uma grande polêmica. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Indagado se autorizaria o uso de tortura de um suspeito caso soubesse que isso pararia um ataque nuclear, o senador John McCain (Arizona), segundo lugar na pesquisa entre os pré-candidatos republicanos, disse um sonoro “não”. Instado a responder a mesma pergunta, o ex-prefeito de NY Rudolph Giuliani, o primeiro colocado, não titubeou: Ele daria autorização para que fosse usado “qualquer método que eu pudesse pensar” para extrair a informação. Não apóia a tortura, disse, mas reafirmou que autorizaria “qualquer método”.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">E você, o que pensa a respeito? </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">A minha opinião é a seguinte:</span></em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"><em> Defender a tortura seria intolerável. Mas responder à questão, como o fez Giuliani, de forma honesta, é muito admirável! Além disso, a situação extrema apresentada pelo interpelante foi no sentido de “impedir um hipotético ataque nuclear”. A dimensão da tragédia de um ataque, mormente, seria muito maior do que o apelo para uma prática abominável como a tortura &#8211; com a qual Giuliani também deixou claro não concordar.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"><img class="alignleft size-full wp-image-2373" title="Candidatos do Partido Republicano" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/05/debate_candidatos_republicanos.jpg" alt="Candidatos do Partido Republicano" width="320" height="258" />Hoje, ao ler comentários e respostas deixadas no blog de Sérgio Dávila, que também divulgou a notícia, observei um extremado repúdio por parte dos leitores, não em relação à tortura ou a um ataque nuclear perpetrado por terroristas, mas aos Estados Unidos. Certamente, esse será o maior legado que deixará o presidente George W. Bush: um anti-americanismo de gigantesca proporção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Lembremo-nos porém, que o segundo mandato de George Bush chegará ao fim no dia 20 de janeiro de 2009. Espero que o ex-vice presidente Al Gore, defensor do multilateralismo e da preservação do meio ambiente, dispute a indicação do Partido Democrata e vença a eleição. Talvez, a imagem americana melhore e sirva de bom exemplo para o resto do mundo, dada a sua inquestionável posição como potência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Os Estados Unidos seriam mais simpáticos ao mundo se tivessem um presidente David Palmer, como em 24 horas.</span></p>
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		<title>Sarkozy é 23º presidente da França</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2007/05/06/sarkozy-e-23%c2%ba-presidente-da-franca/</link>
		<comments>http://marcus-mayer.com/blog/2007/05/06/sarkozy-e-23%c2%ba-presidente-da-franca/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 May 2007 21:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolas Sarkozy]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Le Figaro: clique aqui para acessar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size: 120%; font-family: Tahoma"></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><a title="sarkozy_segolene.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/sarkozy_segolene.jpg"><img src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/sarkozy_segolene.jpg" alt="sarkozy_segolene.jpg" /></a></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><em><a title="Le Figaro" href="http://www.lefigaro.fr/"><strong>Le Figaro:</strong> clique aqui para acessar</a></em></p>
<p><strong><a title="Le Figaro" href="http://www.lefigaro.fr/"><em><strong></strong></em></a></strong></p>
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		<title>Sarkozy amplia vantagem</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2007 23:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolas Sarkozy]]></category>

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		<description><![CDATA[A dois dias da realização do segundo turno das eleições francesas, Nicolas Sarkozy, o candidato liberal, com 54,5% das intenções de voto, ampliou a vantagem (+2,5%) sobre sua concorrente Ségolène Royal (45,5%), do Partido Socialista, segundo pesquisa de intenção de votos realizada pelo jornal Le Figaro. Na hipótese de se confirmarem os 54,5% das intenções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a title="logofigaro.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/logofigaro.jpg"><img title="logofigaro.jpg" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/logofigaro.jpg" alt="logofigaro.jpg" vspace="5" align="left" /></a><strong><span style="font-size: 140%; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd">A</span></strong><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"> dois dias da realização do segundo turno das eleições francesas, Nicolas Sarkozy, o candidato liberal, com 54,5% das intenções de voto, ampliou a vantagem (+2,5%) sobre sua concorrente Ségolène Royal (45,5%), do Partido Socialista, segundo pesquisa de intenção de votos realizada pelo jornal <em>Le Figaro</em>.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Na hipótese de se confirmarem os 54,5% das intenções de voto nas urnas, a vitória de Sarkozy se tornaria mais significativa que a obtida por François Mitterand (54,01%), em 1988, e se aproximaria do percentual de votos dados ao general de Gaulle (55,2%), em 1965.<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><a title="sarkozyfigaro.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/sarkozyfigaro.jpg"><img class="aligncenter" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/sarkozyfigaro.jpg" alt="sarkozyfigaro.jpg" /></a><br />
<em><span style="font-size: 80%; font-family: Helvetica">CRÉDITO: Paul Delort / El Rapabarbas </em></span></p>
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		<title>Tout devient possible</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2007 04:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolas Sarkozy]]></category>

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		<description><![CDATA[A gigantesca estrutura estatal e a dívida pública emperram o crescimento do país (dessa vez, não estamos falando do Brasil!). Nicolas Sarkozy defende um estado menor e a redução de impostos. A França merece transparência e responsabilidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 140%; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd">A</span></strong><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"> gigantesca estrutura estatal e a dívida pública emperram o crescimento do país (dessa vez, não estamos falando do Brasil!). <strong>Nicolas Sarkozy </strong>defende um estado menor e a redução de impostos. A França merece transparência e responsabilidade.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a title="banner-sarkozy.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/banner-sarkozy.jpg"><img class="aligncenter" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/banner-sarkozy.jpg" alt="banner-sarkozy.jpg" /></a></p>
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