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	<title>Marcus Mayer's Blog &#187; Tecnologia</title>
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		<title>I believe in angels</title>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2008 23:37:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Escolhi como título deste post um verso do refrão de um antigo sucesso, &#8220;I Have a Dream&#8221; (1978), do conjunto sueco ABBA. A música permanece como uma de minhas preferidas. A linda melodia e as vozes de Agnetha Fältskog e Anni-Frid Lyngstad, as vocalistas do conjunto, são um prêmio aos ouvidos. Mas não é essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a title="angel.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2008/05/angel.jpg"><img class="alignright" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; border: 0px;" title="angel.jpg" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2008/05/angel.jpg" alt="angel.jpg" vspace="5" align="right" /></a><strong><span style="font-size: 150%; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd">E</span></strong><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica">scolhi como título deste post um verso do refrão de um antigo sucesso, &#8220;I Have a Dream&#8221; (1978), do conjunto sueco ABBA. A música permanece como uma de minhas preferidas. A linda melodia e as vozes de Agnetha Fältskog e Anni-Frid Lyngstad, as vocalistas do conjunto, são um prêmio aos ouvidos. Mas não é essa a razão deste texto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica">Por mais incrível que possa parecer, testemunhei hoje um fato metafísico, ou talvez, um milagre! É possível também que tenha ocorrido uma manifestação de meu anjo da guarda, cuja real existência começo a admitir, a partir de hoje.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica">Desde que desenvolvi uma pequena capacidade de discernir entre crença e razão, nenhuma religião jamais me comoveu. Quanto mais leio a esse respeito – e não é pouco! – mais me convenço de que a mitologia politeísta da Grécia antiga foi simplesmente substituída, no mundo ocidental, pelas grandes religiões monoteístas – o islamismo, o cristianismo e o judaísmo. Com o devido respeito àqueles que neles acreditam, como um só deus era pouco, os católicos resolveram inventar os santos.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica">No semestre atual da faculdade de Filosofia, estou lendo tudo o que posso sobre Agostinho de Hipona que, depois de sua canonização pela igreja Católica, passou a ser conhecido como “Santo” Agostinho. Não acredito nestes entes, que em vida e até depois de mortos, fariam milagres. Mas estou começando a admitir que possam existir anjos ou, talvez, um deus milagroso.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica"><strong>O FENÔMENO</strong> – Ontem recebi a minha conta da tevê por assinatura da Telefónica TV Digital (a nova proprietária da TVA). Tomei um susto com o valor! Ao conferir a descrição dos serviços observei um grave erro: a conta do mês anterior, que já estava paga, tinha sido incluída novamente.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica">Hoje, na primeira oportunidade, liguei para o serviço 0800, de atendimento ao cliente, para reclamar e tentar corrigir o erro. Após somente dois toques, uma voz humana me surpreendeu: “Telefónica TV Digital, bom dia! Tatiane Não Sei De Que, em que posso ajudar?”<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a title="telefonica_tv_digital.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2008/05/telefonica_tv_digital.jpg"><img title="telefonica_tv_digital.jpg" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2008/05/telefonica_tv_digital.jpg" alt="telefonica_tv_digital.jpg" align="left" /></a><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica">Custei a acreditar que não fosse uma gravação. Além disso, não precisei teclar o DDD e o número do meu telefone!? – Okay, fui direto ao assunto. “Qual é o número do telefone e o nome do assinante?”, foram as únicas perguntas efetuadas. Após nem meio minuto de espera, a atendente forneceu um número de 33 dígitos seguidos de 14 zeros, que devem ser apresentados ao caixa do banco quando do pagamento, referentes ao novo código de barras. “Obrigado e um bom dia!”, isso foi tudo! – e em menos de dois minutos de ligação.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica">O que significa? – Ainda não liguei a tevê para assistir ao noticiário. Estou redigindo este texto antes mesmo de visitar a Internet. Estou muito curioso para saber se o Brasil, de ontem para hoje, por graça de um milagre, ingressou no mundo dos países desenvolvidos.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica">Isso também não é nenhum merchandising. Talvez esteja sendo cínico, mas o fenômeno é semelhante a uma incrível mágica. O atendimento telefônico, diante de um problema que, ouvimos sempre dizer, é muito corriqueiro e, em geral, difícil de ser resolvido, foi executado como se espera.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica">Estamos acostumados a reclamar e nunca reconhecer – e muito menos divulgar – quando um serviço é bem executado. Pois o estou fazendo agora: a Telefónica TV Digital e o seu serviço 0800 foram muito eficientes!<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica">Assim tem de ser sempre! E que esse exemplo de atendimento seja estendido ao <em>Speedy</em> e ao próprio serviço de telefonia, cujas solicitações e reclamações são efetuadas em outro número. Esse, é famoso por ser atendido por uma gravação, exigir teclar o número do telefone e do DDD, nos fazer escutar infindáveis gravações e obrigar a teclar seguidamente uma porção de opções. Lá, depois de exposta a reclamação, em geral, a ligação é transferida para outro lugar de onde nos pedem para repetirmos tudo o que já tinha sido falado antes.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica">Espero somente que a minha eficaz atendente, meu provável anjo da guarda que responde pelo nome de Tatiane, tenha ditado corretamente todos aqueles 33 dígitos e não se enganado quanto aos 14 zeros!<br />
</span></p>
<div>
<p align="center"><a title="YouTube: " href="http://www.youtube.com/watch?v=Y2YOGfBFAbs&amp;feature=related"><em>Clique aqui para assistir ao vídeo e escutar a música &#8220;I Have a Dream&#8221;, do conjunto ABBA, no YouTube</em></a><br />
<a title="primeiromaio.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/primeiromaio.jpg"><br />
</a></p>
</div>
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		<title>Losing Forests to Fuel Cars</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Aug 2007 06:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[É uma situação insólita: concordo com as críticas do ditador cubano Fidel Castro e de seu aprendiz venezuelano, Hugo Chávez, ao projeto dos presidentes dos Estados Unidos, George Bush, e do Brasil, Lula da Silva, para produção, em larga escala, de etanol derivado da cana-de-açúcar; todavia, nossa concordância é parcial e decorre de razões distintas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a title="Assine o Manifesto pela Preservação da Floresta!" href="http://www.amazoniaparasempre.com.br/"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" title="banner_amazonia.jpg" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/banner_amazonia.jpg" alt="banner_amazonia.jpg" hspace="10" vspace="10" align="right" /></a><em><strong><span style="font-size: 14pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd">É</span></strong></em><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"> uma situação insólita: concordo com as críticas do ditador cubano Fidel Castro e de seu aprendiz venezuelano, Hugo Chávez, ao projeto dos presidentes dos Estados Unidos, George Bush, e do Brasil, Lula da Silva, para produção, <strong>em larga escala</strong>, de etanol derivado da cana-de-açúcar; todavia, nossa concordância é parcial e decorre de razões distintas daquelas dos autoritários idiotas latino-americanos. Nossa preocupação maior é com o meio-ambiente &#8211; e não com a concorrência que os biocombustíveis podem fazer à produção de petróleo da Venezuela.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Abaixo consta uma matéria muito interessante do jornal americano <strong>The Washington Post</strong>, de sua edição de ontem, que traduzi para o nosso blog, no intuito de destacar a óptica da imprensa estrangeira sobre questões globais importantes que envolvem diretamente o Brasil:</span></em></p>
<hr /><strong><span style="font-size: 14pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd"><a title="The Washington Post" href="http://www.washingtonpost.com/?nav=globaltop"><img class="alignleft size-full wp-image-1728" title="The Washington Post" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/the-washington-post.jpg" alt="The Washington Post" width="175" height="158" /></a>Perdendo florestas para abastecer carros</span></strong><strong></strong><br />
<span style="font-size: 90%; font-family: Tahoma; color: #999999"><a title="Send an e-mail to Sabrina Valle" href="http://www.online-translator.com/url/tran_url.asp?lang=de&amp;direction=ep&amp;template=General&amp;transliterate=&amp;autotranslate=on&amp;url=http://projects.washingtonpost.com/staff/email/sabrina+valle/"></a><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma; color: #999999">por </span></span><a title="Send an e-mail to Sabrina Valle" href="http://www.online-translator.com/url/tran_url.asp?lang=de&amp;direction=ep&amp;template=General&amp;transliterate=&amp;autotranslate=on&amp;url=http://projects.washingtonpost.com/staff/email/sabrina+valle/"><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma;"><span style="color: #5674a9;">Sabrina Valle</span></span></a><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma; color: #999999">| Tradução: Marcus Mayer</span><span style="font-size: 90%; font-family: Tahoma; color: #999999"><a title="Send an e-mail to Sabrina Valle" href="http://www.online-translator.com/url/tran_url.asp?lang=de&amp;direction=ep&amp;template=General&amp;transliterate=&amp;autotranslate=on&amp;url=http://projects.washingtonpost.com/staff/email/sabrina+valle/"></a><br />
</span><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma; color: #999999">para o The Washington Post | Terça-feira, 31 de julho de 2007 &#8211; página D01</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong><span style="font-size: 110%; font-family: Helvetica"><em>Cana-de-açúcar de etanol ameaça savana arborizada do Brasil</em></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"><strong><span style="font-size: large; color: #9fb6cd;">O</span></strong>nças pintadas, araras azuis e tatus gigantes vagam pela paisagem inconstante do Cerrado brasileiro, um vasto planalto onde as temperaturas variam entre congelantes e extremamente elevadas, onde se alternam pastos com arbustos e florestas, e onde se encontra a mais rica variedade da flora de todas as savanas do mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Tudo isso poderá acabar em breve. Durante as últimas quatro décadas, mais da metade do Cerrado foi transformada pela usurpação de fazendeiros de gado e agricultores de soja. E agora outra demanda está corroendo rapidamente a paisagem: a cana-de-açúcar, matéria-prima do etanol brasileiro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a title="brasil-cerrado-e-amazonia-420-x-418.gif" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/brasil-cerrado-e-amazonia-420-x-418.gif"><img class="aligncenter" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/brasil-cerrado-e-amazonia-420-x-418.gif" alt="brasil-cerrado-e-amazonia-420-x-418.gif" /></a><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma; color: #999999" lang="EN-US">  SOURCE: Conservation International of Brazil and World Wildlife Fund | By Renee Rigdon, The Washington Post &#8211; July 31, 2007</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">&#8220;O desflorestamento do Cerrado está acontecendo em ritmo mais avançado do que no Amazonas,&#8221; diz John Buchanan, diretor sênior da <a href="http://www.online-translator.com/url/tran_url.asp?lang=de&amp;direction=ep&amp;template=General&amp;transliterate=&amp;autotranslate=on&amp;url=http://www.washingtonpost.com/ac2/related/topic/Conservation+International+Foundation%3Ftid=informline"><em>Conservation International</em></a>. Se as taxas de desflorestamento continuarem, toda a vegetação restante do cerrado poderá ser perdida antes do ano 2030. Seria uma enorme perda de biodiversidade.&#8221;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">As raízes desta transformação encontram-se na demanda mundial por etanol, recentemente estimulado pelo Senado americano, que prevê o uso de 36 bilhões de galões de etanol antes de 2022 &#8211; mais de seis vezes a capacidade das 115 refinarias de etanol dos Estados Unidos. O presidente Bush, que propôs um aumento semelhante, visitou o Brasil em março, e negociou um acordo para promover a produção de etanol na América Latina e no Caribe.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Companhias americanas e – inclusive George Soros e gigantes do agronegócio, <em>Archer Daniels Midland</em> e <em>Cargill</em> &#8211; estão apostando no território brasileiro, esperando cada vez maior crescimento na área de biocombustíveis. &#8220;Já houve uma corrida pelo etanol brasileiro e os anúncios do presidente Bush deram mais credibilidade ao processo&#8221;, disse Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura do Brasil, que criou a <em>Comissão Interamericana do Etanol</em> com o ex-governador da Flórida, Jeb Bush, em dezembro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">O governo brasileiro e as grandes companhias de <em>agribusiness</em> afirmam que a expansão das plantações de soja e de cana-de-açúcar não significa, necessariamente, a devastação do cerrado, que apresenta aproximadamente 160.000 espécies de animais e de plantas &#8211; muitas ameaçadas pela extinção. Eles dizem plantar em solo improdutivo e pastagens, onde o gado melhorou a qualidade do solo e da produtividade. Mas os grupos ambientais argumentam que, como a soja e a cana-de-açúcar deslocam gado e colheitas menos lucrativas, os fazendeiros estão se movendo para mais adiante, para áreas não devastadas do Cerrado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">&#8220;Há fazendeiros que substituem o gado pela cana-de-açúcar na área de São Paulo, por exemplo, e o deslocam para o estado da Bahia, ambos no Cerrado. Assim qual é o ponto?&#8221; pergunta Ricardo Machado, autor de um estudo sobre “o Cerrado para a Conservação Internacional”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">A cana-de-açúcar e a soja desempenham um papel crucial na agricultura do Brasil, um dos setores mais dinâmicos da economia do país. E ambos estão sob pressão para expandir-se, em conseqüência do <em>boom</em> do etanol. Ela é considerada por ambientalistas como uma melhor opção do que o grão para produzir o etanol. Etanol de cana-de-açúcar custa metade do preço para produzir e o processo é cinco vezes mais eficiente no uso de combustíveis fósseis.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Estimuladas pela perspectiva de produção de etanol da cana-de-açúcar, muitas empresas dos Estados Unidos estão tentando conquistar investidores europeus e asiáticos. A companhia na qual Soros está investindo, a <em>Adecoagro</em>, transformou-se num dos maiores investidores no etanol brasileiro, planejando gastar 1 bilhão de dólares para construir três fábricas durante os próximos cinco anos. A <em>Goldman Sachs</em> e o <em>Grupo Carlyle</em> também estão atrás de novos investimentos em etanol no Brasil.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span id="more-266"></span><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Além do mais, como o uso de etanol extraído de grãos cresce nos Estados Unidos, a elevação de preços está influenciando agricultores de soja americanos a substituir suas plantações de cereais. Como os Estados Unidos, maiores produtores de soja do mundo, estão diminuindo as plantações, os compradores olham para o Brasil, segundo produtor mundial, incentivando-no a estender a sua produção. A soja brasileira registra níveis recordes de produção e prevê-se um aumento de outros 4,5% neste ano, segundo a <em>Abiove</em>, uma associação da indústria. &#8220;Há uma dupla pressão no Brasil,&#8221; diz Buchanan. &#8220;A pressão direta por estender a produção da cana-de-açúcar e a pressão indireta por estender o plantio de soja, como conseqüência da redução da produção americana”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">O setor do agronegócio e o governo brasileiro dizem que há quase 350.000 milhas quadradas de terra disponíveis para a expansão agrícola no Cerrado. O governo diz que mais de 115.000 milhas quadradas de pastagens de gado podem ser usadas &#8211; isto representa terra suficiente para mais que duplicar a produção de soja, aumentar em cinco vezes a produção de cana-de-açúcar e, no mínimo, aumentar em 10 vezes a de etanol.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">&#8220;O Brasil é o único país com vasta disponibilidade de terra para a expansão imediata da agricultura sustentável. Se os Estados Unidos correrem atrás do etanol e os preços da soja tenderem a subir, a demanda será preenchida pelo Brasil,&#8221; diz Carlo Lovatelli, Diretor para Assuntos Corporativos da <em>Bunge</em>, um dos maiores negociantes de soja no Brasil, com sede em White Plains, em Nova York. Lovatelli, que representa companhias responsáveis por 93% de toda a soja comercializada no Brasil, disse que se a procura se intensificar, a produção brasileira poderá dobrar em aproximadamente três ou quatro anos. E a região alvo já foi escolhida: &#8220;o Cerrado é perfeito para a agricultura e será usado &#8211; não há nenhuma dúvida a esse respeito&#8221;, diz Lovatelli.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Mas Frank Guggenheim, diretor executivo do <em>Greenpeace Brasil</em>, afirma que a vantagem brasileira facilmente poderá se transformar numa desvantagem: &#8220;O Brasil estará em uma situação especial, por causa do vasto montante de terra disponível, se souber usá-la de modo prudente”, diz Guggenheim. &#8220;Mas se o país desejar somente estender a fronteira agrícola, causando devastação, será um desastre.&#8221;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">O Brasil já é o cenário do desflorestamento mais extenso no mundo e foi o responsável por 42% das perdas florestais líquidas do planeta, entre 2000 e 2005, segundo um relatório da FAO, <em>Food and Agriculture</em> <em>Organization</em>, um braço das Nações Unidas. As organizações não-governamentais dizem que 7 milhões de hectares da Amazônia foram ocupados durante os últimos cinco anos por agricultores de soja, com a ajuda de companhias multinacionais como a <em>Cargill</em>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Enfrentado a pressão dos seus clientes, a <em>Cargill</em> reuniu outros negociadores com grupos de advocacia e estabeleceu uma moratória, sob a qual nenhum grão de soja seria comprado de áreas devastadas da Amazônia durante dois anos, começando em 24 de julho de 2006. Embora a moratória termine no próximo ano, não será interrompida até que os grupos de advocacia constatem que a situação voltou ao que era antes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">O Cerrado, todavia, não tem o mesmo destaque que o Amazonas e, portanto, o reflexo do impacto ambiental da expansão do negócio de cana-de-açúcar na savana é muito menor entre a comunidade internacional.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Neste mês, o ministro da Agricultura brasileiro, Reinhold Stephanes, anunciou novas medidas para evitar a devastação proveniente de plantações de cana-de-açúcar. Mas alguns grupos dizem que a execução só seria eficaz com grandes investimentos em meios de mapeamento e supervisão da terra, o que o governo brasileiro não consegue executar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Os investimentos em etanol continuam crescendo. A indústria de açúcar estima que 17 bilhões de dólares serão investidos até 2012, em 86 novas usinas de cana-de-açúcar, somando-se às 330 usinas existentes no Brasil atualmente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Por enquanto, o impacto da sede dos Estados Unidos pelo etanol brasileiro foi amortecido pelo subsídio “51-cents-por-galão”, pago a produtores de etanol, proveniente de grãos americanos e pela tarifa “54-cents-por-galão”, sobre o etanol importado. O Senado estendeu a tarifa até 2009, embora Bush assinasse um acordo para promover a produção de biocombustíveis em conjunto com o Brasil. Apesar disso, dos 680 milhões de galões de etanol consumidos, os Estados Unidos importaram no ano passado aproximadamente 500 milhões de galões do Brasil, o maior exportador do mundo. &#8220;A tarifa não foi um fator de eliminação quando, no ano passado, tivemos o óleo de US$78 por barril em uma base segura”, diz Roger K. Conway, diretor do <em>Agriculture Department’s Office of Energy Policy and</em> <em>New Uses</em>. &#8220;Certamente, ocorrerão mais importações do Brasil. Dependerá dos preços da energia”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">A companhia de Soros, no Brasil, está apostando que os Estados Unidos terão de aumentar importações de etanol e que um calendário da redução gradual da tarifa poderá ser estabelecido a partir de 2010.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">&#8220;Se os Estados Unidos baixarem as tarifas, a demanda por etanol ultrapassará as alturas e a pressão sobre o meio-ambiente será enorme”, afirmou o ex-ministro de Ciência e Tecnologia, José Goldemberg, em um seminário sobre o etanol brasileiro, em Washington, no mês passado.</span></p>
<p class="MsoNormal"><a title="TWP: Losing Forests to Fuel Cars" href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/07/30/AR2007073001484.html?hpid=topnews" target="_blank"><span style="font-size: 9pt; font-family: Tahoma">Leia-se o artigo </span></a><strong><a title="TWP: Losing Forests to Fuel Cars" href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/07/30/AR2007073001484.html?hpid=topnews" target="_blank"><span style="font-size: 9pt; font-family: Tahoma">em inglês</span></a></strong><a title="TWP: Losing Forests to Fuel Cars" href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/07/30/AR2007073001484.html?hpid=topnews" target="_blank"><span style="font-size: 9pt; font-family: Tahoma"> no site do <em>The Washington Post</em></span></a></p>
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		<title>Vocação ou burrice?</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2007/06/29/vocacao-ou-burrice/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2007 20:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcus-mayer.com/blog/?p=101</guid>
		<description><![CDATA[No campo político, a tragédia brasileira tende a permanecer. O Parlamento está desmoralizado desde a legislatura anterior. Mensaleiros, ladrões e assassinos integram o Congresso Nacional. O &#8216;chamado&#8217; Conselho de Ética do Senado Federal virou motivo de piada. E o presidente da República, com sua popularidade inabalada, continua prestigiando os corruptos. O constrangimento imposto ao Procurador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"><em><span style="font-size: 14pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd"><strong>N</strong></span>o campo político, a tragédia brasileira tende a permanecer. O Parlamento está desmoralizado desde a legislatura anterior. Mensaleiros, ladrões e assassinos integram o Congresso Nacional. O &#8216;chamado&#8217; Conselho de Ética do Senado Federal virou motivo de piada. E o presidente da República, com sua popularidade inabalada, continua prestigiando os corruptos.</em></span></p>
<div style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"><img class="alignleft size-full wp-image-1822" title="Antonio Fernando de Barros" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/06/antonio-fernando-de-barros.png" alt="Antonio Fernando de Barros" width="320" height="228" />O constrangimento imposto ao Procurador Geral da República, Antonio Fernando Barros (aquele que denunciou os 40 ladrões e seu chefe ao STF), durante sua posse para um novo mandato foi absurdo: teve de proferir seu discurso cercado de &#8216;novos 40 ladrões&#8217; que, provavelmente, lá estavam para mostrar o prestígio que lhes confere o &#8216;chefe&#8217;. O próprio presidente Lula da Silva deixou claro, através de sua fala, que continuará protegendo o corrupto presidente do Senado.</span></em><em></em></div>
<div style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica;"><span style="color: #ffffff;">&#8230;</span></span></em></div>
<div style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">O </span></em><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">mais absurdo no cenário governamental, todavia, é a atuação do Itamaraty &#8211; instituição que já foi respeitada pela intelectualidade que a integrou até pouco tempo atrás -, agora tomado de ideologia marxista, caminha totalmente na contramão da história. Depois da ridícula tentativa de afundar a Rodada Doha da OMC, perdeu todo o crédito até entre o grupo de países emergentes que tentava representar.</span></em> <em></em></div>
<div style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica;"><span style="color: #ffffff;">&#8230;</span></span></em></div>
<div style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">O resultado de tudo isso será a ampliação da distância entre ricos e pobres. Refiro-me aqui à população brasileira, pois o comércio internacional tem permitido exatamente o contrário, no que tange às nações. Seria essa a vocação do Brasil, caminhar para trás sempre?</span></em><em></em></div>
<div style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica;"><span style="color: #ffffff;">&#8230;</span></span></em></div>
<div style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Os jornais do mundo todo prestigiaram hoje, o lançamento do iPhone da Apple. Diante da &#8216;idiota&#8217; política interna e externa do Brasil, o seu resultado está bem relatado nos detalhes da reportagem do jornal &#8220;Folha de S.Paulo&#8221;, que segue abaixo.</span></em><em></em><em></em><em></em></div>
<div style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica;"><span style="color: #ffffff;">&#8230;</span></span></em></div>
<div style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">A opção brasileira de manter os impostos nas alturas e o protecionismo imposto a produtos industrializados &#8211; justificado pelo ridículo argumento de que os Estados Unidos e a União Européia não derrubariam suas barreiras às &#8216;commodities&#8217; (produtos de baixo valor agregado) -, condena a economia brasileira ao atraso e a população à absurda pobreza. &#8216;<strong>Nunca antes na história desse país&#8217; se vislumbrou tanta burrice!&#8217;</strong></span></em></div>
<div style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"><strong><span style="color: #ffffff;">&#8230;</span></strong></span></em></div>
<hr /><a href="http://bp3.blogger.com/_9koWG4Zbb7s/RoVyAthampI/AAAAAAAABLM/g1NElCdHr3g/s1600-h/iphone.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5081593111102790290" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" src="http://bp3.blogger.com/_9koWG4Zbb7s/RoVyAthampI/AAAAAAAABLM/g1NElCdHr3g/s200/iphone.jpg" border="0" alt="" /></a><strong><span style="font-size: 14pt; font-family: Tahoma; color: #9fb6cd">País fica sem novidades internacionai</span></strong><strong><span style="font-size: 14pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd">s</span><span style="font-size: 9pt; font-family: Helvetica"><br />
</span></strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Tahoma">por</span><strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Helvetica"><strong> <em>Júlio Wiziack*</em></strong></span></strong><br />
<span style="font-size: 9pt; font-family: Helvetica">para a <a title="Para assinantes da Folha e do UOL" href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2906200720.htm"><em>Folha de S.Paulo</em></a></span><strong><span style="font-size: 9pt; font-family: Helvetica"><strong> </strong></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 14pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd">S</span></strong><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">e depender da vontade da Apple, o Brasil não verá o iPhone antes de 2009. A Sony ainda não tem previsão para lançar o PlayStation 3 e não sabe se importará o Blu-ray. A única certeza que os consumidores têm é: vai demorar. Mas por quê?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">A explicação das empresas é: falta mercado. De fato, a renda per capita dos brasileiros não é das melhores, mas compradores existem. Basta observar a quantidade de turistas brasileiros que passam pelas barreiras alfandegárias carregados de produtos importados -uma prática que aumenta em tempos de dólar baixo. É o que explica Mauro de Brito, chefe da área de repressão ao contrabando da Receita Federal. &#8220;As pessoas costumam trazer mercadorias que custam mais no Brasil&#8221;, diz</span><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Computadores, notebooks, consoles estão entre os produtos mais visados porque a diferença de preço no Brasil e no exterior é maior. O XBox 360 nos EUA é vendido pelo equivalente a R$ 762. Aqui custa R$ 2.999 devido à cobrança em cascata de impostos</span><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">O problema fica mais complicado para as fabricantes porque a pirataria e o contrabando transformam o mercado num campo de guerra desleal. Segundo levantamento da Abes (Associação Brasileira da Empresas de Software), de cada dez consoles (nome técnico dos videogames mais modernos) adquiridos no Brasil, apenas um foi adquirido de forma correta. &#8220;O restante entrou no Brasil de forma irregular&#8221;, afirma Emílio Munaro, coordenador do grupo Anti-Pirataria da Abes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Outro aspecto que as empresas levam em conta é a rede de distribuição. Muitas lojas se recusam a vender produtos que os consumidores poderão encontrar em camelôs. A Hi Rappy, maior rede de lojas de brinquedos do país, é uma das varejistas que decidiu não colocar nas prateleiras produtos para o PlayStation ou XBox 360 que podem ser encontrados em lojas da rua Santa Ifigênia, um conhecido endereço no centro da capital paulista para produtos eletroeletrônicos mais baratos, por R$ 1.300, menos da metade do preço oficial. Para as empresas que decidem entrar nessa disputa, o jeito é encolher a margem de lucro e preparar o fôlego.</span></p>
<p align="right"><span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 78%"><span style="font-style: italic">* <em><strong>Julio Wiziack</strong></em> é jornalista</span></span></p>
<p align="right"><span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 78%"><span style="font-style: italic">Leia as reportagens relacionadas na </span><strong><a style="font-style: italic" href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2906200720.htm">Folha de S.Paulo</a></strong><span style="font-style: italic"><strong> </strong>(para assinantes do jornal e do UOL)</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Superbus: o ônibus do futuro</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2007/06/16/superbus-o-onibus-de-um-futuro-bem-proximo/</link>
		<comments>http://marcus-mayer.com/blog/2007/06/16/superbus-o-onibus-de-um-futuro-bem-proximo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jun 2007 03:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Behold, the bus of the future from The Economist &#124; Sep 21st 2006 Tradução: Marcus Mayer   A foto ao lado é de um ônibus que, em breve, estará rodando nas ruas de Shanghai e Amsterdam. Para ler a interessantíssima reportagem da revista britânica The Economist, que traduzi para o blog, clique no link &#8220;read [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="logo_press_the_economist1.gif" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/07/logo_press_the_economist1.gif"><img title="logo_press_the_economist1.gif" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/07/logo_press_the_economist1.gif" alt="logo_press_the_economist1.gif" hspace="10" align="left" /></a><strong><span style="font-size: 13pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd"> Behold, the bus of the future</span></strong><strong></strong><br />
<span style="font-size: 90%; font-family: Tahoma; color: #999999"><a title="Send an e-mail to Sabrina Valle" href="http://www.online-translator.com/url/tran_url.asp?lang=de&amp;direction=ep&amp;template=General&amp;transliterate=&amp;autotranslate=on&amp;url=http://projects.washingtonpost.com/staff/email/sabrina+valle/"></a></span><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma; color: #999999">from <em>The Economist</em> </span><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma; color: #999999">| Sep 21st 2006</span><span style="font-size: 90%; font-family: Tahoma; color: #999999"><a title="Send an e-mail to Sabrina Valle" href="http://www.online-translator.com/url/tran_url.asp?lang=de&amp;direction=ep&amp;template=General&amp;transliterate=&amp;autotranslate=on&amp;url=http://projects.washingtonpost.com/staff/email/sabrina+valle/"></a><br />
</span><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma; color: #999999">Tradução: Marcus Mayer</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">A foto ao lado é de um ônibus que, em breve, estará rodando nas ruas de Shanghai e Amsterdam. Para ler a interessantíssima reportagem da revista britânica <em>The Economist</em>, que traduzi para o blog, clique no link <em>&#8220;read the</em> <em>rest of this entry&#8221;</em>, abaixo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Os trens Maglev são caros; os ônibus são baratos. O Superbus, veículo de ruas high-tech, é um meio-termo entre os dois.</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Ele se parece um pouco com uma limusine de estética futurista, mas a sua função real é um tanto mais popular: o Superbus, um superônibus, é um novo sistema de transporte público, desenvolvido nos Países Baixos, pela Delft University of Technology. É um ônibus elétrico projetado para ser capaz de alternar entre pistas comuns e &#8220;superpistas&#8221;, nas quais poderá alcançar velocidades de 250 Km/h (155 milhas/hora). Apresenta, assim, uma alternativa aos trens de levitação magnética (Maglev), muito mais caros. O Superbus seria dirigido do modo habitual pelas ruas e por um piloto automático nas superpistas.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><em><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma; color: #999999">Clique nas imagens para visualizá-las, em detalhes, em tamanho ampliado</span></em><a title="superbus1.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/superbus1.jpg"><img title="superbus1.jpg" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/superbus1.jpg" alt="superbus1.jpg" width="445" align="absMiddle" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Embora sua largura e comprimento sejam semelhantes ao de um ônibus comum, o Superbus mede somente 1,7 metro de altura ou, grosso modo, a mesma altura de um carro esportivo. Joris Melkert, manager do projeto, explica que os desenhistas conseguiram desenvolver o Superbus nessas dimensões, eliminando a coxia central existente nos ônibus atuais, uma característica de desenho vestigial, que permite aos passageiros ficarem em pé, mas que dá aos ônibus convencionais o perfil aerodinâmico de um tijolo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">O Superbus, ao contrário, tem uma porta separada para cada um dos seus 30 assentos. O teto baixo e o uso de materiais leves utilizados no moderno veículo permitem a utilização de um motor elétrico modesto: embora os engenheiros ainda não tenham decidido se o Superbus será acionado por células de combustível ou baterias, estimam que seja capaz de alcançar facilmente a aceleração de 100 Km/h em 36 segundos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a title="superbus2.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/superbus2.jpg"><img class="aligncenter" title="superbus2.jpg" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/superbus2.jpg" alt="superbus2.jpg" width="470" align="absMiddle" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">As portas individuais permitem o embarque e desembarque rápido de passageiros, atendendo à função de paradas de porta em porta, em vez de paradas predeterminadas. Esse tipo de flexibilidade é um princípio central do projeto. O tempo de vida útil de três anos, previsto para um Supebus &#8211; ao contrário dos treze anos de um ônibus Europeu padrão &#8211; também permitirá a introdução constante das últimas tecnologias conforme estejam disponíveis.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a title="technology.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/technology.jpg"><img title="technology.jpg" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/technology.jpg" alt="technology.jpg" hspace="10" vspace="5" align="right" /></a><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Inicialmente, poderia incluir um rastreamento baseado em satélite, para manter o Superbus no curso; sensores para escanear obstáculos até 300 metros de distância; e um sistema de suspensão inteligente que se recorde de imperfeições da pista. As superpistas também constituirão um campo de inovações tecnológicas, armazenando energia solar no verão, que será utilizada durante o inverno para aquecer as pistas e impedi-las de se congelarem ou se fenderem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Praticamente toda a tecnologia é desenvolvida na Delft University, que aloja um dos maiores centros de engenharia aeroespacial do mundo. A sede da Agência Espacial Européia está localizada em Noordwijk, que fica nas proximidades. O departamento de design industrial da universidade utilizou as cores do Batmobile para o protótipo. O designer do projeto, Antonia Terzi, trabalhou na Fórmula 1, nos projetos dos carros da Ferrari e da Williams-BMW.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Alguns críticos questionam se a quantidade prevista de paradas do Superbus não anularia a vantagem da alta velocidade. Outros se perguntam se uma tecnologia de transporte coletivo tão avançada seria útil aos Países Baixos, ao passo que os Maglev já funcionam com sucesso em Shanghai.<br />
</span></p>
<p><a title="slide_0020_full.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/slide_0020_full.jpg"><img title="slide_0020_full.jpg" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/slide_0020_full.jpg" alt="slide_0020_full.jpg" width="220" align="left" /></a><a title="slide_0021_full.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/slide_0021_full.jpg"><img title="slide_0021_full.jpg" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/slide_0021_full.jpg" alt="slide_0021_full.jpg" hspace="10" width="220" align="right" /></a></p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">O futuro do projeto ainda é incerto. A sua rota prevista, uma nova conexão entre Amsterdam e Groningen, foi recentemente descartada pelo governo holandês, embora o Superbus fosse considerado a mais exeqüível de todas as opções estudadas, que também incluíram o Maglev.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Apesar do ceticismo, o projeto já recebeu € 7 milhões (US$ 9 milhões) do governo e € 1 milhão da Connexxion, uma companhia de ônibus local. A equipe do Superbus vai empenhar-se para desenvolver um protótipo totalmente funcional para as Olimpíadas de Beijing, em 2008. A combinação de baixas emissões, alta velocidade e design atraente poderá comprovar ser este um ônibus pelo qual valerá a pena esperar.</span></p>
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		<title>Novas tecnologias</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2007 02:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Fiquei muito bem impressionado com as fotos publicadas no site iCarros, de caminhões do futuro. Vale a pena uma visita ao link. CLIQUE SOBRE AS IMAGENS PARA ACESSAR O SITE iCARROS]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 14pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd">F</span></strong><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">iquei muito bem impressionado com as fotos publicadas no site <strong><a title="iCarros" href="http://icarros.uol.com.br/icarros/noticias/noticia.jsp?id=3555">iCarros</a></strong>, de caminhões do futuro. Vale a pena uma visita ao link.</span></p>
<p align="center"><a title="iCarros" href="http://icarros.uol.com.br/icarros/noticias/noticia.jsp?id=3555"><img title="iCarros" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/caminhao_futuro_01.jpg" alt="iCarros" /></a></p>
<p align="center">CLIQUE SOBRE AS IMAGENS PARA ACESSAR O SITE <strong>iCARROS</strong></p>
<p align="center"><a title="iCarros" href="http://icarros.uol.com.br/icarros/noticias/noticia.jsp?id=3555"><img title="iCarros" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/caminhao_futuro_02.jpg" alt="iCarros" /></a></p>
<p><a href="http://bp1.blogger.com/_9koWG4Zbb7s/RlZE7rYXvoI/AAAAAAAAAeU/g8AgIWChV9M/s1600-h/caminh%C3%A3o+do+futuro+6.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><br />
</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quebra de patente de droga anti-Aids</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2007/05/03/quebra-de-patente-de-droga-anti-aids/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2007 23:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A medida noticiada pela Reuters parece ser bastante positiva no que concerne à possibilidade de acesso universal ao tratamento do HIV. Mas pode também ser “perigosa” diante do desrespeito às normas internacionais de proteção de patentes. Para que o procedimento seja considerado justo e legal, é muito importante a obtenção de aval da Organização Mundial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a title="solidariedaids.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/solidariedaids.jpg"><img class="alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="solidariedaids.jpg" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/solidariedaids.jpg" alt="solidariedaids.jpg" hspace="10" align="right" /></a><em><strong><span style="font-size: 140%; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd">A </span></strong></em><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">medida noticiada pela Reuters parece ser bastante positiva no que concerne à possibilidade de acesso universal ao tratamento do HIV. Mas pode também ser “perigosa” diante do desrespeito às normas internacionais de proteção de patentes.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Para que o procedimento seja considerado justo e legal, é muito importante a obtenção de aval da Organização Mundial do Comércio (OMC), que deverá estabelecer um valor de indenização aos laboratórios que investiram em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia. As três partes, doentes, laboratórios e governo, precisam ficar satisfeitos nesse acordo.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Esperamos também, que essa não seja mais uma medida demagógica do governo e que fira as regras do comércio mundial, apesar da causa nobre.</span></em></p>
<hr /><a title="reuters.gif" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/reuters.gif"><img class="alignleft" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/reuters.gif" alt="reuters.gif" /></a><span style="color: #999999; font-weight: bold; font-size: 78%"> </span></p>
<p><span style="color: #999999; font-weight: bold; font-size: 78%">19h27<br />
</span><span style="color: #9fb6cd; font-size: 120%">Planalto prepara decreto para quebrar patente de droga anti-Aids<br />
</span><em><span style="color: #999999; font-size: 78%">por Natuza Nery e Ricardo Amaral</span></em><em></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">BRASÍLIA (Agência Reuters) &#8211; O governo brasileiro já está preparando o decreto de licenciamento compulsório (quebra de patente) do medicamento anti-Aids Efavirenz, para ser assinado nesta sexta-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse uma fonte qualificada do Palácio do Planalto.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Pelas regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), depois de decretar o licenciamento compulsório o Brasil poderá importar, da Índia, uma droga substituta do Efavirenz, por um preço equivalente a um quarto do que paga hoje ao detentor da patente, o laboratório norte-americano Merck. “O Ministério da Saúde recomendou o licenciamento e o presidente vai decidir o assunto nesta quinta, mas já preparamos a cerimônia de assinatura do decreto na sexta, se não houver mudanças”, disse a fonte do Planalto.<br />
</span></p>
<p><span id="more-49"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">O decreto de licenciamento está sendo analisado pela área jurídica da Casa Civil e sua assinatura só pode ser adiada se forem encontrados problemas de técnica legislativa, acrescentou a fonte. Será a primeira vez que o Brasil recorrerá à medida, prevista no Acordo de Propriedade Industrial (Trips) da OMC. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse a congressistas que vai propor o licenciamento de outros medicamentos importados.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">O Brasil teria de pagar 42,9 milhões de dólares à Merck pelo fornecimento da droga a cerca de 75 mil pacientes de Aids durante um ano. Duas propostas da Merck, reduzindo o preço da droga em até 30%, foram recusadas pelo Ministério. “Consideramos insuficiente a proposta e informamos oficialmente o fabricante”, disse à Reuters nesta quinta-feira o ministro Temporão. “A decisão (sobre o licenciamento) está agora sob análise do presidente da República”, acrescentou.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">A Merck se declarou desapontada com a rejeição do governo brasileiro a uma proposta que considerou “justa”, disse a porta-voz da empresa nos Estados Unidos, Amy Rose. “A empresa tem repetidamente solicitado um encontro cara-a-cara (com o ministro da Saúde) no qual poderíamos avançar num acordo aceitável com o governo brasileiro que ajudasse a atingir seu objetivo de acesso universal ao tratamento do HIV/Aids”, disse a porta-voz.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"><strong>Apoio político</strong><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Segundo o Ministério da Saúde, o substituto do Efavirenz pode ser comprado na Índia por 0,44 dólar a unidade, contra 1,65 dólar cobrados pelo laboratório Merck antes do início das negociações.<br />
Parlamentares ligados ao governo disseram que vão apoiar o Ministério da Saúde na política de licenciamentos compulsórios pelas razões “de sustentabilidade econômica”, apresentadas pelo ministro Temporão.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">A Comissão de Assuntos Sociais do Senado convidou o ministro para uma audiência pública na próxima quarta-feira. “Vamos nos mobilizar para dar todo o suporte necessário ao ministro, caso o presidente Lula siga no sentido de decretar o licenciamento compulsório”, disse o senador Aluizio Mercadante (PT-SP). “A Câmara dará respaldo (ao licenciamento) e está disposta a enfrentar esta briga de cachorro grande”, acrescentou o líder do governista PTB, deputado Jovair Arantes (GO).<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Setores da oposição também podem apoiar a decisão, como sinalizou o senador Sérgio Guerra (PSDB-PE). “Isso é uma forma de pressão no âmbito dos negócios e, dependendo das condições, a iniciativa é legítima”, disse o oposicionista Guerra.</span></p>
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		<title>Colonização do Espaço</title>
		<link>http://marcus-mayer.com/blog/2007/04/24/direto-da-agence-france-presse-afp/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2007 19:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas fazem a primeira descoberta de um planeta habitável fora do sistema Direto da Agência France Press 24/04/2007 &#8211; 13h22 PARIS, 24 abr (AFP) &#8211; Um planeta “do tipo terrestre habitável”, capaz de abrigar vida extraterrestre, foi detectado pela primeira vez por uma equipe de astrônomos em um sistema planetário extra-solar, segundo um estudo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" align="left"><a title="logo-afp.gif" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/logo-afp.gif"><img title="logo-afp.gif" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/logo-afp.gif" alt="logo-afp.gif" vspace="3" align="left" /></a><strong></strong><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd">Cientistas fazem a primeira descoberta de um planeta habitável fora do sistema</span><span style="font-size: 9pt; font-family: Tahoma"><br />
</span></strong><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma; color: #999999">Direto da Agência France Press</span><br />
<em></em><span style="font-size: 8pt; font-family: Tahoma; color: #999999">24/04/2007 &#8211; 13h22</span><span style="font-size: 100%; font-family: Tahoma"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">PARIS, 24 abr (AFP) &#8211; </span><strong><span style="font-size: 14pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd">U</span></strong><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">m planeta “do tipo terrestre habitável”, capaz de abrigar vida extraterrestre, foi detectado pela primeira vez por uma equipe de astrônomos em um sistema planetário extra-solar, segundo um estudo que será divulgado na quinta-feira na revista Astronomy and Astrophysics.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Segundo os cientistas, este exoplaneta, que gira em torno da estrela Gliese 581 (Gl 581) a 20,5 anos-luz de nosso planeta, é o primeiro dos cerca de 200 conhecidos até hoje a “possuir ao mesmo tempo uma superfície sólida e líquida e uma temperatura próxima da encontrada na Terra”.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Ele reúne as características “que permitem imaginar a existência de uma eventual vida extraterrestre”, ressaltou em um comunicado o Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França (CNRS), cujos três laboratórios associados participaram da descoberta, com pesquisadores do Observatório de Genebra e do Centro de Astronomia de Lisboa.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">A temperatura média desta “super Terra, se situa entre 0 e 40 graus Celsius, o que permite que haja a presença de água líquida em sua superfície”, segundo o principal autor do estudo, Stéphane Udry (Genebra).<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Além disso, acrescentou, “seu raio seria 1,5 vez o da Terra”, o que indicaria “ou uma constituição rochosa (como na Terra), ou uma superfície coberta de oceanos”. A gravidade em sua superfície é 2,2 vezes a da superfície da Terra, e sua massa muito fraca (5 vezes a da Terra).<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Descoberto com o telescópio “Harps” de 3,6 m do Observatório Espacial Europeu (Eso) da Silla, no Chile, este planeta orbita em 13 dias em torno da estrela Gliese 581 (Gl 581), da qual está 14 vezes mais próximo do que a distância da Terra para o Sol.</span></p>
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		<title>Domingão do Lulão</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2007 04:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Não haveria como não compartir com os leitores de nosso blog, ao menos, um trecho da última crônica de João Ubaldo Ribeiro, publicada no “Caderno Cultura”, do Estadão de ontem. Ubaldo escreve sobre a nova invencionice do governo petista de criar uma TV pública: “com tanto dinheiro sobrando para tanta coisa, era de admirar que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a title="tv_publica.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/tv_publica.jpg"><img class="alignleft" style="margin: 3px 10px;" title="tv_publica.jpg" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/tv_publica.jpg" alt="tv_publica.jpg" hspace="10" vspace="3" align="right" /></a><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Não haveria como não compartir com os leitores de nosso blog, ao menos, um trecho da última crônica de <strong>João Ubaldo Ribeiro</strong>, publicada no “Caderno Cultura”, do </span></em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Estadão </span><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">de ontem.<br />
</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Ubaldo escreve sobre a nova invencionice do governo petista de criar uma TV pública: “com tanto dinheiro sobrando para tanta coisa, era de admirar que não houvessem pensado nisso antes”, ironiza. Em outro momento pergunta: “Para que servirá?”, e faz sugestões quanto à futura programação. Quando se refere ao jornalista “isento”, leia-se Franklin Martins:</span></em></p>
<hr /><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a title="aspas21.gif" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/aspas21.gif"><img title="aspas21.gif" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/aspas21.gif" alt="aspas21.gif" align="left" /></a><strong><span style="font-size: 13pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd">A</span></strong><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">ntes de a nova tevê passar a apresentar um recital de piano semanal da filha do ministro Sicrano, ou as receitas da mulher do ministro Beltrano, bem como os poemas em prosa do ministro Fulano, tenho já pelo menos algumas sugestões, uma das quais o Como-é-o-nome-dele, comentarista político isento e agora empregado do governo nessa área, pode aproveitar imediatamente. (sic)<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Estou seguro de que um programa intitulado Conheça Seu Ministro teria audiência garantida, pelo menos nos 30 segundos iniciais de cada um, que seriam mais do que suficientes para revelar ao público quem é o ministro e desfiar seu currículo. O resto de cada uma das dezenas de programas seria assistido somente pela família do ministro, mas já é alguma coisa, nesse mundo feroz da luta por audiência.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Mas o que deverá fazer sucesso mesmo, se eles não tiverem preconceitos bobos, será, com absoluta certeza, O Domingão do Lulão, que durará o dia inteiro, numa série infindável de atrações, a começar pela pelada presidencial, narrada com absoluta isenção pelo ex-comentarista político. E as Pegadinhas do Inácio, com as besteiras proferidas na semana anterior? O difícil ia ser selecionar, dada a quantidade disponível. Já o Show do Milhão não ia colar, não somente porque todo mundo lá já tem um milhão como ninguém sabe nada, viu nada ou ouviu nada.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Enfim, mais um tento do maior governo do mundo desde os faraós do Japão antigo. Podem até fazer o BBA, Big Brother Alvorada, acompanhando a hora em que o presidente acorda invocado e telefona para Bush para dar-lhe um esbregue até seus momentos de oração pelo Brasil e o tempo dedicado a ler e despachar diligentemente. Enfim, nada mais necessário para este país do que uma nova estação de TV governamental, iniciativa de grande peso para o nosso desenvolvimento. Só não vão poder fazer o BBB – Big Brother Brasília -, porque isso ia mostrar o que de fato acontece em </span><a title="aspas-fecha2.gif" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/aspas-fecha2.gif"><img title="aspas-fecha2.gif" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/aspas-fecha2.gif" alt="aspas-fecha2.gif" align="right" /></a><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">nossa venturosa capital. E, como se sabe, TV do governo não é para mostrar verdade nenhuma e, muito menos, indecência.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Breve passeio por Kuala Lumpur</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Apr 2007 00:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Fórmula 1]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucas previsões podem ser realizadas além daquelas de caráter especulativo diante da formação do grid de largada para um GP de F1, quando as chances de vitória de distintos pilotos se apresentam. A emoção por acompanhar um campeonato ou assistir a uma corrida parte exatamente de possíveis surpresas diante das expectativas criadas. Quem imaginava que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 13pt; font-family: Helvetica; color: #9fb6cd"><img class="alignleft size-full wp-image-2077" title="Formula One - Logo" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/04/f1-logo.gif" alt="Formula One - Logo" width="130" height="70" />P</span></strong><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">oucas previsões podem ser realizadas além daquelas de caráter especulativo diante da formação do grid de largada para um GP de F1, quando as chances de vitória de distintos pilotos se apresentam. A emoção por acompanhar um campeonato ou assistir a uma corrida parte exatamente de possíveis surpresas diante das expectativas criadas. Quem imaginava que Felipe Massa largaria da última colocação, no Grand Prix da Austrália?<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">A hegemonia de um piloto ou de uma equipe imprime monotonia, como aconteceu quando somente Prost e Senna se revezavam no primeiro lugar do pódio, na época em que eram pilotos da mesma escuderia, a McLaren, ou &#8211; pior ainda &#8211; durante alguns campeonatos da era Schumacher. O que torna uma corrida interessante, além das ultrapassagens – que, infelizmente, se tornaram menos freqüentes – são as paradas nos boxes, as eventuais derrapagens e, naturalmente, a ousadia de alguns pilotos.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">A pole-position conquistada por Felipe Massa, da Ferrari, no treino classificatório para a segunda prova da temporada 2007, no circuito de Sepang, em Kuala Lumpur, na Malásia, reforça o seu favoritismo. A primeira grande emoção já ocorrerá quando as luzes vermelhas se apagarem, pois Fernando Alonso (McLaren-Mercedes) e Kimi Raikkönen (Ferrari) largam, respectivamente, da segunda e da terceira posição.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Espero que o desempenho dos pilotos da BMW, Nick Heidfeld e Robert Kubica &#8211; pronuncia-se ‘kúbitssa’, em polonês &#8211; e da Williams, Nico Rosberg e Alexander Wurz, seja satisfatório, para imprimir ainda mais emoção à corrida e ao campeonato.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a title="tire.jpg" href="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/tire.jpg"><img title="tire.jpg" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/09/tire.jpg" alt="tire.jpg" align="left" /></a><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica">Uma novidade curiosa é a faixa branca nos pneus macios da Bridgestone, utilizados por todas as equipes, que visa a diferenciá-los dos compostos duros. (veja ao lado)<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"><em>Na oportunidade em que abordo esse tema esportivo e de entretenimento, aproveito para indicar o <strong><a title="Blog Curva 1" href="http://www.curvaum.blogspot.com/">blog Curva 1</a></strong>, de autoria de um estimado colega da USP, Gabriel Souza. Com muito bom humor e elevada capacidade técnica de análise, Gabriel apresenta comentários imparciais e atualizados do mundo da F1. Com efeito, a elaboração de nossos respectivos blogs partiu de um desafio pessoal que impusemos a nós próprios, com o objetivo de realizar um agradável exercício de “redação”.</em></span></p>
<p><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"><em></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 100%; font-family: Helvetica"><img class="size-full wp-image-2075  aligncenter" title="Grid Girls, Kuala Lumpur, 2007" src="http://marcus-mayer.com/blog/wp-content/uploads/2007/04/grid-girls-kuala-lumpur-2007.jpg" alt="Grid Girls, Kuala Lumpur, 2007" width="600" height="400" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
]]></content:encoded>
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